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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Redes Sociais ajudam na prisão de suspeitos de torturar gato em Hong Kong


BARBÁRIE

Mobilização nas redes sociais ajuda a levar à prisão suspeitos por tortura de gato











Duas pessoas foram presas no dia 18 de novembro sob suspeita de torturar um gato que vivia na rua, em um conjunto habitacional em Sau Mau Ping, no distrito de Kwun Tong (Hong Kong), após imagens do animal ferido desencadearem uma série de protestos nas redes sociais. As informações são do South China Morning Post.
O gato sofreu ferimentos graves e teve de ser sacrificado.
Os dois suspeitos não identificados, um homem de 24 anos e uma mulher de 18 anos de idade, foram levados para interrogatório policial.
As prisões ocorreram depois de fotos do gato ferido, com sangue escorrendo da boca, terem deixado usuários do Facebook indignados no fim de semana.
O gato foi supostamente atacado por cinco pessoas, incluindo uma mulher, no 11º andar do edificio residencial Tin Chi House em Shun Tin Estate, por volta das 19h. Foi contado que dois homens chutaram o gato seguidamente e o impediram de fugir. O animal foi encontrado mais tarde, com a parte inferior do corpo paralisada.
Quando um funcionário de uma empresa de telecomunicações chegou ao prédio, os cinco suspeitos fugiram.
Cerca de 40 policiais chegaram ao local no domingo, para distribuir questionários para os moradores.
“Nós identificamos algumas pessoas suspeitas através de imagens do circuito interno de TV do elevador, e coletamos informações dos moradores com base nisso”, disse Wong Cheung-ming, inspetor-chefe do Distrito Policial de Sau Mau Ping.
A polícia também contatou um veterinário da Sociedade para a Prevenção da Crueldade contra os Animais (SPCA) para tentar salvar o animal, que acabou sendo eutanasiado quase no mesmo dia devido à gravidade dos ferimentos.
Este ano, a polícia de Sau Mau Ping recebeu dois outros relatos de abuso de animais, mas ambos foram desmentidos após investigação. Um porta-voz da polícia disse que as autoridades não irão tolerar qualquer comportamento abusivo em relação aos animais.
Fonte: www.anda.jor.br

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