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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Humanos evoluíram para identificar emoções dos animais, dizem cientistas



Todos nós conhecemos aquele olhar de culpado do cachorro quando ele pega um alimento da bancada da cozinha.
Mas, aparentemente, esta não é a única emoção que reconhecemos em nossos amigos caninos.
Segundo notícia publicada no jornal Daily Mail, cientistas acreditam que os humanos desenvolveram uma empatia natural com os cachorros conforme evoluímos lado-a-lado pelos últimos 100.000 anos.
Um estudo constatou que as pessoas são capazes de identificar uma gama precisa de emoções em cães a partir de pequenos movimentos em suas expressões faciais.
Humanos conseguem identificar naturalmente como seus animais de estimação estão se sentindo e podem detectar corretamente quando os animais estão felizes, tristes, bravos, com medo e até mesmo surpresos ou culpados, dizem os especialistas.
Várias fotos diferentes de um mesmo cão foram apresentadas aos voluntários e eles conseguiram identificar precisamente o que o animal estava sentindo.
Dra. Tina Bloom, psicóloga responsável pelo estudo, diz: “Não há dúvidas que os seres humanos possuem a habilidade de reconhecer estados emocionais em outras pessoas e ler precisamente suas expressões faciais.
Nós chegamos à conclusão que os humanos também podem reconhecer precisamente, se não perfeitamente, ao menos uma expressão facial dos cães.
Apesar das pessoas geralmente se considerarem desconectadas ou mesmo isoladas da natureza, nosso estudo sugere que há padrões que nos conectam, e um deles se apresenta na forma de comunicação emocional.”
O estudo, publicado no periódico “Processos Comportamentais”, tirou fotos de um cão policial chamado Mal enquanto experimentava diversas emoções.
Os pesquisadores elogiaram o pastor-belga de cinco anos para deixá-lo feliz, resultando no cão olhando diretamente para a câmera com as orelhas em pé. Depois, Mal foi repreendido para desencadear uma reação triste, o que o deixou com a típica cara de cachorro abandonado, com os olhos cabisbaixos.
Conseguiram a reação de surpresa ao utilizar uma caixinha-surpresa que, ao ser aberta, liberava um palhaço de mola, o que levou o cachorro a franzir a testa.
Para simular desgosto, os cientistas deram um pouco de remédio, fazendo suas orelhas se achatarem e, para criar medo, eles lhe mostraram um cortador de unhas, o que fez suas orelhas ficarem levantadas e suas pupilas dilataram.
Para induzir a raiva, um dos pesquisadores fingiu ser um bandido, fazendo Mal latir.
As fotos foram então mostradas a 50 voluntários, divididos em dois grupos de acordo com sua experiência com cachorros.
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