Mostrando postagens com marcador abandono. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador abandono. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Fim de ano é a época em que mais se abandona animais

 
 
Os casos mais comuns são das famílias que deixam os animais para trás ao saírem de férias
Por trás das comemorações de Natal e Réveillon e dos planos de férias em família, existe uma realidade cruel para os animais de estimação: essa é a época do ano em que mais bichos são abandonados pelos donos. Segundo o coordenador da Rede de Defesa e Proteção Animal de Curitiba, Paulo Colnaghi, os casos mais comuns são das famílias que deixam os animais para trás ao saírem de férias – expondo os bichos, muitas vezes, a condições desumanas.
As pessoas não tem com quem deixar o bichinho e acabam soltando na rua. Existem outros casos em que os bichos ficam confinados em casa, sem a mínima condição. São muitos casos desses que a gente atende e que temos que inclusive invadir a casa para poder socorrer o bicho quando ele está em uma eminência de morte. O terceiro caso é de pessoas que viajam, levem o bicho, e deixam ele antes de voltar. As cidades do nosso litoral sofrem com esse problema nessa época do ano também.
As opções de locais para deixar os animais em caso de viagens são hotéis especializados, pet sitter, que é o serviço de babá de bichos, ou então deixá-los em casa, mas sob os cuidados de algum vizinho ou amigo de confiança.
“E não existe critério de raça para abandono, todo tipo de cachorro e gato é abandonado nesta época do ano, principalmente cachorros”, afirma.
Abandonar animais é crime, de acordo com o artigo 164 do Código Penal, com pena que varia de 15 dias a seis meses de prisão, ou multa. Pelo artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais, a punição é maior: de três meses a um ano de prisão, além de multa.
A população pode denunciar casos de abandono por meio do telefone 156 da Prefeitura de Curitiba. “As denúncias são anônimas e não geram problema para quem denuncia”, garante Colnaghi.
As informações são do Paraná Portal

Fonte: http://goo.gl/eqmQKs

domingo, 5 de maio de 2013

Lar temporário para cãozinho morrendo acorrentado, com sarna e bicheira, no Rio Grande do Sul


Por Ana Paula/RS

"ESSE CÃOZINHO É DE PORTE PEQUENO E ESTA MORRENDO MESMO...
ESTÁ ACORRENTADO EM UM LOCAL EM QUE NÃO GANHA COMIDA E NEM ÁGUA...
ESTÁ SANGRANDO EM VÁRIOS LUGARES POIS ESTÁ SENDO COMIDO VIVO POR MOSCAS VAREJEIRAS...
ESTÁ DESNUTRIDO EM ÚLTIMO GRAU, CONSIGO A MEDICAÇÃO QUE ELE PRECISA, MAS NÃO TENHO ONDE ABRIGA-LO, ELE PRECISA SER RETIRADO DE ONDE ESTÁ URGENTE POIS MAIS ALGUNS DIAS NA MESMA SITUAÇÃO SERÁ FATAL PARA ELE...
ALGUÉM PODE ABRIGÁ-LO???
PESSOAL É SUPER URGENTE MESMO, OLHEM AS FOTOS....
ME AJUDEM A DIVULGAR POR FAVOR, SEI QUE MUITAS PESSOAS VÃO ME PERGUNTAR PORQUE NÃO FAÇO UMA DENÚNCIA? POIS O DONO DESTE CÃO SE NEGA E ENTREGÁ-LO E SE EU ENCRENCAR COM ELE, SEI QUE VAI DESCONTAR NO CACHORRO QUE JÁ ESTÁ MAL, ENTÃO PRECISO PRIMEIRO PENSAR NO BICHINHO E TIRAR ELE DE LÁ E DAÍ SIM DEPOIS DELE ESTAR EM SEGURANÇA E COM UMA CHANCE DE SER SALVO, DAI SIM VOU PRA CIMA DO CARA...

CONTATO COMIGO 51 84285056  anapaula77almeida@hotmail.com
POR FAVOR, SÓ PRECISO DE LOCAL....
OBRIGADA ANA"



 

segunda-feira, 8 de abril de 2013

AJUDA para cadelinha de 12 anos prestes a morrer pelo abandono do tutor - Canoas/RS.


Cadelinha com 12 anos, cheia de larvas, abandonada dentro de um suposto "lar", foi resgatada por uma protetora do Rio Grande do Sul. É um verdadeiro trapinho, quase sem vida.
A Alessandra Dubles está precisando de ajuda para tentar salvá-la, sendo que os primeiros socorros já foram prestados.
Vamos fazer uma corrente do bem e divulgar este caso, vamos nos unir à Alessandra para que ela consiga dar de volta a vida a este ser indefeso.

Alessandra Dubles: "...cheguei na casa dele ele já estava lá...perguntei onde esta ela? ele disse: vou la pegar para ti... nisso eu já fui atrás dele e quando vi ele veio com um trapinho todo mole cheio de larvas agonizando em vida... peguei a cadelinha em meus braços, segurei a vontade de pular no pescoço dele, e disse para ele: vou levar ela agora na vet...e ele disse: mas não adianta ela ta morrendo... "

Contato: Alessandra Lucielle Dubles, 5192048777, aledubles@gmail.com

sábado, 6 de abril de 2013

Assistam o curta de animação sobre o abandono de um cão e sua procura por um amigo

Com um olhar sensível sobre a situação dos animais abandonados, a estudante Maíra Rodrigues, da Universidade Federal de Santa Maria/RS, produziu um curta-metragem animado contando a história de um cão abandonado, o seu sofrimento nas ruas e a sua espera por um amigo. 

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=j4jhz1nILng

Um vídeo para reflexão!

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Boxer Ben Hur - resgatado pele e osso dos próprios donos

Por Denise Bastos - Porto Alegre/RS
"Olá amigos,
Este cão foi resgatado hoje e internado na VetMax Clínica Veterinária, por mim, Tereza e Lori.
Ele foi internado hoje, domingo, em dia de plantão. Amanhã serão feitos exames para ver se tem alguma doança ou se seu mal é só fome e abandono mesmo. 

Além da magreza que está, ele ficava preso numa corrente curta e pesada, mesmo a casa tendo uma grade de mais de 2m de altura! Nos dias de calor de 40oC que fizeram esta semana ele estava torrando na casinha de telhado de amianto.

Ele comeu muito e tomou muita água quando foi resgatado e veio no carro fazendo a maior festa pra nós, apesar da magreza e fragilidade... Abanando o rabinho sem parar! É muito carinhoso e dócil! Vejam as fotos da carinha dele, como é doce, um querido mesmo.

Logicamente os donos serão denunciados! 

Se alguém puder ajudar nas despesas, informo aqui as 2 contas da clínica:

BANRISUL: ag. 0065 conta 3916595105 

CEF (caixa Federal): ag 1592 oper. 013 conta 00105922-4

ambas em nome do Felipe Duarte. O fone da clínica é o 51 3028-2345. Só preciso que avisem data, valor e qual o banco! 

Obrigada"


Denise Bastos
(51) 9112-2547 Claro /8114-0930 Tim / 8511-8948 Oi




terça-feira, 29 de janeiro de 2013

O que acontece com os cães matrizes nos criadouros

Você sabe que os animais utilizados como matrizes para os criadouros sofrem com o descaso, com doenças e com zero qualidade de vida, não sabe?!
Pois é. Os donos destes animais são tão monstruosos que eles submetem os cães (macho e fêmea) a constantes relações e gestações em sequência. Além, óbvio, das faltas de condições, de higiene e de amor.
Não compre animais, adote. Eu mesma adotei 5 cães e 1 gata de rua.
O amor é incondicional, é surpreendente e não impõe sofrimento a ninguém, como nos casos das reproduções exploratórias. Eles entram na vida da gente, nos adotam literalmente, e se habituam rapidamente às manias da casa (inclui-se aqui os xixis e cocôs feitos somente na rua, nada dentro de casa!).
Não permita que animais sejam explorados para que alguém ganhei dinheiro em cima do seu sofrimento.
Denuncie!


Famosas posam para calendário em defesa dos animais


A ONG Ampara Animal lança hoje, dia 29 de janeiro, seu calendário 2013. O evento, que acontece na loja Fnac do Barra Shopping, no Rio de Janeiro, contará com a presença de musas como Cleo Pires, Ellen Jabour e Fiorella Mattheis, algumas das beldades que posaram para as lentes do fotógrafo Jacques Dequeker.
Com um conceito diferenciado a fim de educar a sociedade em relação aos direitos animais e o fim da crueldade paca com os animais que vivem na rua, o calendário reúne atrizes e modelos que apoiam a causa posando ao lado de animais com diferentes histórias de privação e abandono. Toda verba adquirida com as vendas será revertida aos projetos da instituição.
Leia mais em http://goo.gl/hgiyQ

domingo, 30 de dezembro de 2012

Animais, nossos irmãos.


Quando nascem, despertam a atenção e o carinho dos humanos. São engraçadinhos, frágeis, tão pequenos.
Cãezinhos de raças diversas são requisitados pelas crianças que desejam fazer deles seu brinquedo.
E assim, eles são levados para casa. Por vezes, adquiridos a alto preço, pelo pedigree, pela pureza da raça.
Enquanto pequenos, tudo é levado à conta de peraltices próprias de quem está descobrindo o mundo ao seu redor.
A criança o leva para todo lugar, e o cãozinho a segue, sempre fiel.
Não é raro que durmam juntos e, à mesa, o animalzinho fica ao lado, aguardando os bocados que o pequerrucho lhe passa à boca.
Brincam juntos no jardim, no interior da casa, nas piscinas.
A criança nem sempre é suficientemente cuidadosa e por vezes, pisa na cauda do cão, puxa-lhe as orelhas, aperta-o em demasia.
O animal solta um latido meio sufocado, dizendo da dor que sentiu, mas continua fiel, nem pensando em revidar a agressão, mesmo involuntária.
Pulam, saltam, correm um atrás do outro, enquanto as horas vão somando os dias...
Cresce o animal. Agora, já não é tão engraçadinho assim.
Ele solta pêlo por todo lugar e, porque ninguém lhe ensinou o que ele podia e o que não podia fazer, é castigado porque arranhou o sofá da sala.
Porque mordeu o chinelo recém comprado.
Porque rasgou a bola, com os dentes.
E, até mesmo, porque as suas necessidades fisiológicas foram feitas em lugares inapropriados.

A criança também cresce. Os interesses mudam. E, um dia, o animal que vivia em uma família, rodeado por todos, dentro de casa, gozando da confiança doméstica, se vê colocado no quintal.
Mas, como faz buracos, traz terra para o piso da garagem, ele é preso a uma coleira e uma corda.
Ao menos fosse em lugar confortável. Contudo, por vezes, fica exposto ao sol, à chuva, ao vento. Preso.
Suas pernas desejam correr, pular. Sua cauda abana a cada barulho significativo, seu bem conhecido, que os ouvidos registram: o carro chegando; a algazarra das crianças vindo da escola; o barulho da bola quicando no muro, no chão, na mão, no muro...
Quando as luzes se acendem na casa, ele olha e fica aguardando que alguém se lembre dele, outra vez.
Finalmente, chega um dia em que ele é colocado no carro da família. Vai alegre.
A viagem é longa, por estradas que não acabam nunca. Então, o veículo estaciona.
Ele corre para fora, esperando que alguém o chame, que corra atrás dele.
Mas, logo percebe que o carro fecha as portas de novo e arranca, perdendo-se na poeira da estrada.
Ele corre, tenta alcançar. Por que eles não param? Por que o esqueceram?
Indesejável, foi abandonado.
A partir daí, sua vida será um peregrinar pelas estradas, pelas ruas, à cata de comida, água, um lugar para morar.
Cachorro sem dono.
Não chegue perto. Ele pode morder.
Não toque nele. Deve estar doente. Veja como está magro.
Cachorro de ninguém.
Seus dias acabarão logo mais, sob as rodas de um automóvel, ou por enfermidade ou tristeza...
* * *
Pensemos, olhando nossos animais de estimação, como os estamos tratando.
São seres vivos: têm fome, sede. Sentem cansaço, calor, frio. Sobretudo precisam de afeto, de atenção.
Os animais estão sob a guarda e proteção dos homens.
Assim dispôs a Lei Divina: que servissem ao homem e o homem, de sua vez, os protegesse e amparasse.
Não percamos de vista este dever para com nossos irmãos inferiores, os animais.
Fonte: http://goo.gl/Ld2yr