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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

75 gatos serão despejados juntos com a tutora em Canoas/RS






















A reportagem no Diário de Canoas diz que 75 gatos não tem para onde ir quando sua dona for despejada.
Ela mora em Canoas no bairro Harmonia. Ela contou que a casa que mora é alugada e que não consegue mais pagar aluguel porque precisa comprar ração para os gatos.
A imobiliária pediu a casa que vai ser vendida e a Silvia, o marido e os gatos serão colocados na rua.
As gatinhas sem castrar procriaram várias vezes.
São 20 filhotes de gatos para doar,mas não consegue lares e eles acabam ficando.
Precisa de castração para as gatas, pois é o mais urgente, sem castrar não se pode doar.
Depois divulgação para todos.
Também precisa de ração para gatos qualquer marca.
A imobiliária exigiu que ela pague os meses atrasados, já entraram com uma ação na justiça para retirá-la e receber os valores atrasados.
Quem quiser ajudar de alguma maneira, com castração, adoção e ração, pode fazer contato.

Qualquer dúvida, sugestão ou AJUDA o contato está sendo feito com a protetora Liliana nos fones: (51) 9938 0468 / 8904 4085 / 8148 4338 - Canoas-RS
lili.adoteumamigo@gmail.com

sábado, 6 de abril de 2013

Dor de mãe


Mãe golfinho é vista nadando com filhote morto em seu dorso



Em uma demonstração de tristeza de cortar o coração, uma mãe golfinho foi vista carregando o filhote morto em sua nadadeira dorsal. Segundo reportagem da Global Animal, a equipe do Dolphin and Whale Watching Safari avistou a mãe nadando com o filhote por um longo trecho das águas ao largo das costas de Dana Point, na Califórnia.
O Capitão Dave Anderson observou que este é um comportamento incomum, e disse: “Eu acredito que este filhote está morto há muitos dias, provavelmente semanas”. Ele apontou que é possível ver a carne se deteriorando. Em meus quase 20 anos de observação de baleias e golfinhos, eu nunca vi esse comportamento. Também jamais tinha visto algo tão comovente quanto esta mãe que se recusa a se separar de seu filhote morto”, acrescentou.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

LINDOS gatinhos filhotes encontrados na lata de lixo - adoção em Porto Alegre/RS



"Estou com estes bebês pegos agora há pouco no Parque da Redenção - estavam dentro de uma lata de lixo. Acho que tem em torno de 2 meses, misturei comida úmida e seca e comeram bastante, estão assustados . Os olhos estão fechados por causa do flash, mas são bem azuis. Amanhã precisam consultar e tomar vermífugo e se livrar das pulgas. 
Precisam de adoção e de um LT, aqui em casa os cães não aceitam. 
Ajudem a divulgar, alguém pode abrigá-los?
Contato com lori.peludos@gmail.com ou fone 51-99626106"

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Feira de Adoção em Fortaleza/CE - Abrigo São Lázaro


Para ser um voluntário, é só se dirigir à feira no dia com 1 hora de antecedência do início das atividades e procurar uma das organizadoras. Elas indicarão a atividade a desempenhar conforme a necessidade. Participe! Ser voluntário é um ato de amor.

Para levar um animal, é necessário pedir autorização à organização do evento através do e-mail cyn_duarte@hotmail.com bem como preencher uma ficha de cadastro com o histórico do animal.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Por que meu cão está comendo cocô??


As causas mais comuns do desenvolvimento do hábito da coprofagia (comer cocô), que são:

Pouco exercício ou exercícios esporádicos;
Ansiedade;
Solidão (mais de 4 horas sozinho);
Medo de ser corrigido por fazer as necessidades em locais errados;
Curiosidade natural de filhotes;
Instinto de limpeza exacerbado;
Tédio provocado por falta de estímulo e poucos brinquedos adequados;
Compulsão oral (necessidade constante de estar com “algo” na boca);
Tendência genética.


Fonte: http://goo.gl/YjJSK 

domingo, 30 de dezembro de 2012

Animais, nossos irmãos.


Quando nascem, despertam a atenção e o carinho dos humanos. São engraçadinhos, frágeis, tão pequenos.
Cãezinhos de raças diversas são requisitados pelas crianças que desejam fazer deles seu brinquedo.
E assim, eles são levados para casa. Por vezes, adquiridos a alto preço, pelo pedigree, pela pureza da raça.
Enquanto pequenos, tudo é levado à conta de peraltices próprias de quem está descobrindo o mundo ao seu redor.
A criança o leva para todo lugar, e o cãozinho a segue, sempre fiel.
Não é raro que durmam juntos e, à mesa, o animalzinho fica ao lado, aguardando os bocados que o pequerrucho lhe passa à boca.
Brincam juntos no jardim, no interior da casa, nas piscinas.
A criança nem sempre é suficientemente cuidadosa e por vezes, pisa na cauda do cão, puxa-lhe as orelhas, aperta-o em demasia.
O animal solta um latido meio sufocado, dizendo da dor que sentiu, mas continua fiel, nem pensando em revidar a agressão, mesmo involuntária.
Pulam, saltam, correm um atrás do outro, enquanto as horas vão somando os dias...
Cresce o animal. Agora, já não é tão engraçadinho assim.
Ele solta pêlo por todo lugar e, porque ninguém lhe ensinou o que ele podia e o que não podia fazer, é castigado porque arranhou o sofá da sala.
Porque mordeu o chinelo recém comprado.
Porque rasgou a bola, com os dentes.
E, até mesmo, porque as suas necessidades fisiológicas foram feitas em lugares inapropriados.

A criança também cresce. Os interesses mudam. E, um dia, o animal que vivia em uma família, rodeado por todos, dentro de casa, gozando da confiança doméstica, se vê colocado no quintal.
Mas, como faz buracos, traz terra para o piso da garagem, ele é preso a uma coleira e uma corda.
Ao menos fosse em lugar confortável. Contudo, por vezes, fica exposto ao sol, à chuva, ao vento. Preso.
Suas pernas desejam correr, pular. Sua cauda abana a cada barulho significativo, seu bem conhecido, que os ouvidos registram: o carro chegando; a algazarra das crianças vindo da escola; o barulho da bola quicando no muro, no chão, na mão, no muro...
Quando as luzes se acendem na casa, ele olha e fica aguardando que alguém se lembre dele, outra vez.
Finalmente, chega um dia em que ele é colocado no carro da família. Vai alegre.
A viagem é longa, por estradas que não acabam nunca. Então, o veículo estaciona.
Ele corre para fora, esperando que alguém o chame, que corra atrás dele.
Mas, logo percebe que o carro fecha as portas de novo e arranca, perdendo-se na poeira da estrada.
Ele corre, tenta alcançar. Por que eles não param? Por que o esqueceram?
Indesejável, foi abandonado.
A partir daí, sua vida será um peregrinar pelas estradas, pelas ruas, à cata de comida, água, um lugar para morar.
Cachorro sem dono.
Não chegue perto. Ele pode morder.
Não toque nele. Deve estar doente. Veja como está magro.
Cachorro de ninguém.
Seus dias acabarão logo mais, sob as rodas de um automóvel, ou por enfermidade ou tristeza...
* * *
Pensemos, olhando nossos animais de estimação, como os estamos tratando.
São seres vivos: têm fome, sede. Sentem cansaço, calor, frio. Sobretudo precisam de afeto, de atenção.
Os animais estão sob a guarda e proteção dos homens.
Assim dispôs a Lei Divina: que servissem ao homem e o homem, de sua vez, os protegesse e amparasse.
Não percamos de vista este dever para com nossos irmãos inferiores, os animais.
Fonte: http://goo.gl/Ld2yr 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Férias chegando! Dicas valiosas para viajar de avião com seu cão


As férias estão chegando e você decide viajar com seu cão. Boa ideia! Porém logo surge uma pergunta: O que é preciso fazer para que tudo dê certo? Alguns cuidados e providências devem ser tomados para que a experiência da viagem seja boa, tanto para você quanto para o seu cão. Vamos às dicas:
Antes de qualquer coisa, certifique-se que o seu cão está em boas condições gerais de saúde e tenha atenção aos seguintes pontos:

  • As cadelas prenhes não podem viajar de avião (algumas companhias chegam a proibir o embarque);
  • Os cães idosos, por serem mais susceptíveis ao estresse, não devem fazer esse tipo de viagem, principalmente se tiverem algum problema de saúde, como problemas cardíacos, ou se não estiverem acostumados a viajar;
  • Filhotes são desaconselhados a viajar antes de completarem o calendário de vacinação pelo risco de contraírem alguma doença e pela exigência do comprovante de vacinação para o embarque;
  • Algumas raças com focinho achatado como pug, bulldog, boxer e shih tzu são mais propensas a terem falta de ar por causa da altitude devido à conformação anatômica das suas vias respiratórias – há casos de cães que morrem nas viagens;
  • Certifique-se sobre os riscos do cão contrair Dirofilaria (verme do coração) no local de destino e, se for o caso, faça a prevenção.
Continue lendo em http://goo.gl/622ob