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domingo, 29 de setembro de 2019

Casal sobe ao altar com seus oito cães deficientes resgatados

Andrew Mackin Photography/Mercury Press
Samantha Kelly é uma empresária de 33 anos. Quando conheceu Roman, atualmente com 32, através de amigos, ela já tinha salvo três cãezinhos deficientes e dado a eles um novo e amoroso lar. O amor e a compaixão pelos animais também aqueceram o coração de Roman, que durante o relacionamento de cinco anos, adotou junto com a namorada mais cinco cãezinhos especiais.
Os oito cachorros preenchem a rotina e vida do casal e, logo, não foi nenhuma surpresa para os 100 convidados que estiveram presentes na cerimônia de casamento que no grande momento de subir ao altar, Samantha e Roman estivessem acompanhados de seus oito amigos peludos e queridos. A pequena Louisa, cadelinha cega de 17 anos, fez as vezes do buquê e foi levada no colo pela noiva.
Para tornar o evento mais confortável para os animais, a cerimônia foi realizada na casa de campo do casal, em Loughanmore Court, na Irlanda. A presença dos cachorros foi mais que agradável. Eles tiraram fotos com os convidados, apareceram em vídeos e ganharam a simpatia até mesmo do padre que realizou a união. “Ele tem dois cães resgatados também e achou muito legal”, disse Samantha.
Andrew Mackin Photography/Mercury Press
A empresária, em entrevista ao portal britânico Metro, afirmou que jamais cogitou realizar o casamento sem a presença dos cachorros. “Nossos oito cães são nossa família, assim como nossa família humana, nós os queríamos lá no dia do nosso casamento”, afirmou. Ela disse ainda que agora a família está mais que completa. “Não queremos ter filhos, preferimos cachorros, eles são, literalmente, nossos filhos”, disse.
Andrew Mackin Photography/Mercury Press
Samantha e Roman adotaram todos os cachorros na Irlanda. Nos últimos anos eles se dedicaram a cuidar e dar um verdadeiro e confortável lar para todos eles. O casal afirma que propositalmente resgatam animais que eles sabem ser abandonados e preteridos pela idade e deficiência. “Os cães que resgatamos foram abandonados por seus tutores. Eles seriam sacrificados se não os tivéssemos salvados”, concluiu Samantha.
O casal também resgatou cinco ovelhas e três galinhas exploradas pela indústria de ovos. Todos os animais vivem com Samantha e Roman e são amados como verdadeiros filhos.
Fonte: https://www.anda.jor.br/2019/09/casal-sobe-ao-altar-com-seus-oito-caes-deficientes-resgatados-amp/

terça-feira, 24 de setembro de 2019

Cantora Ariana Grande aluga jatinho exclusivo para seus cachorros


*A importante presença dos animais para quem sofre com depressão. *
A cantora norte-americana Ariana Grande alugou um jatinho exclusivo para seus dois cachorros, Myron e Toulouse. Para cuidar dos cães, funcionários foram contratados.
Foto: Reprodução/Instagram
Vegana, a cantora oferece o melhor que pode aos seus animais. Além da aeronave fretada, ela também reservou uma suíte para os cachorros no hotel Blythswood. Cada diária do quarto sai por R$ 12,8 mil.
No quarto dos animais no Blythswood tem jacuzzi, sauna e jardim no terraço. As informações são do portal Metrópoles.
Durante a estadia no hotel, os cães receberam cuidados de um profissional contratado, receberam biscoitos e dormiram em camas felpudas e confortáveis.
A cantora, segundo o portal The Sun, sofre de depressão e ansiedade e a companhia dos cachorros é fundamental para acalmá-la.

Fonte: anda.jor.br

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

O concurso que reúne as fotos mais cômicas de animais selvagens




Fonte:
https://www.bbc.com/portuguese/curiosidades-49657143

domingo, 22 de setembro de 2019

Uma quebra da paradigma: de “coisa” a seres vivos conscientes


Sabidamente, nosso ordenamento jurídico contém dois regimes para regulamentar as relações jurídicas: o de bens e o de pessoas. No entender do Código Civil Brasileiro, bens são objetos denominados como materiais ou imateriais, e, os animais, por não se enquadrarem como pessoas, apesar de seres portadores de sentimentos, são considerados bens coisificados, ou seja “coisas”, as quais, são suscetíveis de apropriação e que possuem um valor econômico.
No dia 08 de agosto p.p., na votação que ocorreu no Senado Federal, uma grande batalha foi travada pelos direitos dos animais. O Projeto de Lei n. 27 de 2018 (PL27/18), apresentado, propôs mudar o status jurídico dos animais não humanos – que, até então, eram tidos como “coisa”, a fim de reconhecê-los como seres biológicos, ecológicos e sencientes, tendo, portanto, natureza emocional. Ademais, estabeleceu seus direitos especiais e sua personalidade própria, de acordo com sua natureza “sui generis” e com suas características específicas, por lhes definir também como sujeitos de direitos despersonificados.
O PL27/18 alerta para o fato de que a legislação deve ser adequada às normas da Carta Magna brasileira, definindo um regime jurídico especial aos animais não humanos, o que é essencial para uma proteção específica, por ser voltada ao seu bem-estar e aos seus direitos especiais.
Em apenas cinco (5) artigos, dos quais quatro (4) definem seus objetivos, o PL27/18 visa não apenas a proteção dos animais, mas a construção de uma sociedade mais consciente e solidária para com os animais. Não obstante, foram excetuados dessa proteção, com base em emenda aprovada (Emenda n.2), os animais empregados na produção agropecuária, em pesquisas científicas e aos que participam de manifestações culturais registradas como bem de natureza imaterial integrante do patrimônio cultural brasileiro, uma vez preservada a sua dignidade.
Obviamente, por alterar o conteúdo inicialmente proposto, que almejava beneficiar a todos os animais, tal emenda não se mostrava favorável aos interessados. Todavia, ao ser vislumbrado que o PL n. 27/18 não alcançaria a aprovação, devido a interesses econômicos e por divergências sociais, foi preciso realizar tratativas que visassem uma possível aprovação, esforço este que resultou em duas (2) emendas.
A primeira, objetivava beneficiar somente os animais domésticos, entretanto, foi rejeitada, possibilitando maior abrangência, como era desejado precipuamente, ou seja, continua se estendendo não só aos animais domésticos, mas também aos domesticados, aos silvestres, aos nativos, aos exóticos e aos selvagens [1].
Já a segunda emenda foi aprovada, excluindo do reconhecimento atribuído aos animais citados acima, a proteção estabelecida no projeto inicial. Aqui, cabe chamar a atenção, para o fato de que, ao estabelecer a expressão “empregados na produção agropecuária”, também ficaram protegidos pelo texto inicial, os animais utilizados para o consumo, mas que não estejam situados na linha de produção, nem sejam usados em manifestações culturais, conforme já explicado, a exemplo de galinhas domesticadas e bovinos, que não tenham tais destinações..
Ademais, os equídeos, as cabras, as ovelhas, os suínos e outras espécies podem devem se enquadrar na proteção, pois embora alguns sejam usados na indústria, outros são selvagens e até domésticos contemporaneamente.
Eis a íntegra do texto final, com a Emenda, que altera o artigo 3º do PLC nº 27, de 2018 que passa a vigorar com a seguinte redação:
“Artigo 3º. Os animais não humanos possuem natureza jurídica sui generis e são sujeitos com direitos despersonificados, dos quais devem gozar e obter tutela jurisdicional em caso de violação, vedado o seu tratamento como coisa.
Parágrafo único. A tutela jurisdicional referida no caput não se aplica ao uso e disposição dos animais empregados na produção agropecuária, pesquisa científica e aos que participam de manifestações culturais registradas como bem de natureza imaterial integrante do patrimônio cultural brasileiro, resguardada a sua dignidade.” (NR)
Assim, há que se ter em conta que, embora o PL 27/18 não alcance a todos os animais, representa uma quebra de paradigma que trará diversos benefícios no que tange à proteção da maioria das espécies, incluindo as discriminadas, que não se enquadrem no texto dessa emenda.
É importante, ainda, pontuar que a matéria é de extrema complexidade e demasiadamente divergente dentro do contexto atual, exigindo um estudo mais aprofundado da matéria excetuada. Certo é que os animais em situação de exclusão no projeto de lei não cairão no esquecimento e poderão obter em um futuro, distante ou nem tanto, a mesma tutela legislativa.
No reverso do entendimento, incorre em evidente equívoco quem afirma que o PL 27/18 trouxe um retrocesso em relação à proteção dos animais, quando sabidamente até então sempre foram considerados meros objetos.
Basta relembrar, que o Código Civil vigente, em sua primeira parte, tem redação idêntica ao anterior que datava de 1916, determinando móveis, os bens suscetíveis de movimento próprio, é dizer, os semoventes.
Ao se abordar o tema, faz-se necessário não apenas o olhar humanitário, mas também um empenho multidisciplinar, sob pena de se recair em mera argumentação desprovida de conhecimento científico suficiente, tornando tal igualdade provavelvelmente longínqua. Logo, é possível afirmar, de maneira inegável, que o PL27/18 deu o primeiro passo, sem o qual, não seria possível dentro do ordenamento jurídico brasileiro um avanço da legislação para a preservar efetivamente a dignidade dos animais.
[1] – Considerando que não serão citadas a lei específica atribuída a cada espécie.
Referências bibliográficas
1. BRASIL. [Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988. Disponivel em: . Acesso em: 07 de julho de 2019.
2. BRASIL, Lei n. 10.406/2002, institui o Código Civil. Publicada no Diário Oficial da União, de 11 de janeiro de 2002. Disponivel em: . Acesso em 07 de julho de 2009.
* Luana Michels é advogada Criminal dos Direitos dos Animais, mestre em Ciências Criminais pela PUC/RS, graduanda em Medicina Veterinária da UNIRITTER e esteve presente na votação do #PL27 – #animalnaoecoisa.

Chico Xavier e os Animais

Três histórias contados por amigos de Chico Xavier, sobre o amor que ele tinha pelos animais.

A CACHORRA DE CHICO XAVIER
Escrito por: Adelino da Silveira

Chico Xavier tinha uma cachorra de nome Boneca, que sempre esperava por ele, fazendo grande festa ao avistá-lo. 
Pulava em seu colo, lambia-lhe o rosto como se o beijasse.
O Chico então dizia: – Ah Boneca, estou com muitas pulgas! 
Imediatamente ela começava a coçar o peito dele com o focinho. 
Boneca morreu velha e doente. Chico sentiu muito a sua partida. Envolveu-a no mais belo xale que ganhara e enterrou-a no fundo do quintal, não sem antes derramar muitas lágrimas. 
Um casal de amigos, que a tudo assistiu, na primeira visita de Chico a São Paulo, ofertou-lhe uma cachorrinha idêntica à sua saudosa Boneca. 
A filhotinha, muito nova ainda, estava envolta num cobertor e os presentes a pegavam no colo, sem contudo desalinhá-la de sua manta. 
A cachorrinha recebia afagos de cada um. A conversa corria quando Chico entrou na sala e alguém colocou em seus braços a pequena cachorra. 
Ela, sentindo-se no colo de Chico, começou a se agitar e a lambê-lo.
- Ah Boneca, estou cheio de pulgas! disse Chico.
A filhotinha começou então a caçar-lhe as pulgas e parte dos presentes, que conheceram a Boneca, exclamaram: “Chico, a Boneca está aqui, é a Boneca, Chico!” 
Emocionados perguntamos como isso poderia acontecer. O Chico respondeu: 

- Quando nós amamos o nosso animal e dedicamos a ele sentimentos sinceros, ao partir, os espíritos amigos o trazem de volta para que não sintamos sua falta. 
É, Boneca está aqui, sim e ela está ensinando a esta filhota os hábitos que me eram agradáveis. 
Nós seres humanos, estamos na natureza para auxiliar o progresso dos animais, na mesma proporção que os anjos estão para nos auxiliar.
Por isso, quem maltrata um animal é alguém que ainda não aprendeu a amar.

Extraído do Livro: Mediunidade e Coração.
Autor: Carlos A. Baccelli
De quando em vez, Chico nos fala dos animais. Ficamos admirados do seu amor por tudo que se refira à Natureza, crescendo sempre mais o nosso respeito por esse espírito de escol...Sem dúvida, é preciso ter-se uma sensibilidade muito grande para "dialogar" com os animais, sim, pois Chico "conversa" com os seus gatos, com o seu cachorro "Pretinho", com o seu coelho...Talvez muita gente vá pensar que estar envolvido com animais é falta de tempo, ou até mesmo desequilíbrio, mas não há o que estranhar, porque esses é quase certo que não amem nem os semelhantes...Há algum tempo um confrade, veterinário, nos contou que Chico chorou feito criança abraçado a um gatinho de estimação que morrera envenenado. Foi o próprio Chico que nos contou o que se segue. A sua casa era freqüentada por um gato selvagem que não deixava ninguém se aproximar... Todos os dias o Chico colocava num pires alguma alimentação para ele. Numa noite, quando retornava de uma das reuniões, um amigo avisou que o gato estava morrendo estendido no quintal. Babava muito, mas ainda mantinha a cabeça firme em atitude de defesa contra quem se aproximasse. O Chico ficou bastante penalizado, pensando que ele poderia estar envenenado. O amigo explicou que horas antes o vira brincando com uma aranha e que, provavelmente, ele a engolira. E sugeriu que o Chico transmitisse um passe no felino...O gato, apesar de agonizante, estava agressivo. Ficando à meia distância, o nosso querido amigo começou a conversar com ele...- Olha - falou o Chico - você está morrendo. O nosso amigo pediu um passe e eu, com a permissão de Jesus, vou transmitir... Mas você tem que colaborar, pois está muito doente... Em nome de Jesus, você fique calmo e abaixe a cabeça, porque quando a gente fala no nome do Senhor é preciso muito respeito...O gato teve, então, uma reação surpreendente. Esticou-se todo no chão, permaneceu quieto até que o Chico terminasse o passe...Depois, tomando-o no colo, esse admirável medianeiro do Senhor pediu que se trouxesse leite e, com um conta-gotas, colocou o alimento na sua boca...O gato tornou-se um grande amigo e ganhou até nome.

Extraído do livro: O Homem, o médium, o missionário
Autor: Antonio Matte Noroefé
Chico Xavier tinha uma singular estima pelos animais; aqueles que freqüentavam seu modesto lar sabem que o médium vivia cercado por algum animal doméstico.
Chico tinha um cão que atendia pelo nome de Lorde, o qual conhecia as pessoas que visitavam seu dono, quais eram as amigas, as curiosas e as maliciosas.
Palavras de Chico Xavier
"- Senti-lhe, sobremodo, a morte.
Fez-me grande falta.
Era meu inseparável companheiro de oração.
Toda manhã e à noite, em determinada hora, dirigia-me ao quarto para orar.
Lorde chegava logo em seguida.
Punha as patas sobre a cama, abaixava a cabeça e ficava assim em atitude de recolhimento orando comigo.
Quando eu acabava, ele também acabava e ia deitar-se a um canto do quarto.
Em minhas preces mais sentidas, Lorde levantava a cabeça e enviava-me seus olhos meigos, compreensivos, às vezes cheios de lágrimas, como a dizer que me conhecia o íntimo, ligando-se ao meu coração.
Desencarnou.
Enterrei-o no quintal lá de casa..."
Um dia certo visitante lhe pergunta se animais têm alma, Chico responde, rápido: "- Ah! sim, os animais têm alma e valem pelos melhores amigos..."
Possuímos provas pessoais destas verdades, querido Irmão Chico!...