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domingo, 29 de setembro de 2019

Casal sobe ao altar com seus oito cães deficientes resgatados

Andrew Mackin Photography/Mercury Press
Samantha Kelly é uma empresária de 33 anos. Quando conheceu Roman, atualmente com 32, através de amigos, ela já tinha salvo três cãezinhos deficientes e dado a eles um novo e amoroso lar. O amor e a compaixão pelos animais também aqueceram o coração de Roman, que durante o relacionamento de cinco anos, adotou junto com a namorada mais cinco cãezinhos especiais.
Os oito cachorros preenchem a rotina e vida do casal e, logo, não foi nenhuma surpresa para os 100 convidados que estiveram presentes na cerimônia de casamento que no grande momento de subir ao altar, Samantha e Roman estivessem acompanhados de seus oito amigos peludos e queridos. A pequena Louisa, cadelinha cega de 17 anos, fez as vezes do buquê e foi levada no colo pela noiva.
Para tornar o evento mais confortável para os animais, a cerimônia foi realizada na casa de campo do casal, em Loughanmore Court, na Irlanda. A presença dos cachorros foi mais que agradável. Eles tiraram fotos com os convidados, apareceram em vídeos e ganharam a simpatia até mesmo do padre que realizou a união. “Ele tem dois cães resgatados também e achou muito legal”, disse Samantha.
Andrew Mackin Photography/Mercury Press
A empresária, em entrevista ao portal britânico Metro, afirmou que jamais cogitou realizar o casamento sem a presença dos cachorros. “Nossos oito cães são nossa família, assim como nossa família humana, nós os queríamos lá no dia do nosso casamento”, afirmou. Ela disse ainda que agora a família está mais que completa. “Não queremos ter filhos, preferimos cachorros, eles são, literalmente, nossos filhos”, disse.
Andrew Mackin Photography/Mercury Press
Samantha e Roman adotaram todos os cachorros na Irlanda. Nos últimos anos eles se dedicaram a cuidar e dar um verdadeiro e confortável lar para todos eles. O casal afirma que propositalmente resgatam animais que eles sabem ser abandonados e preteridos pela idade e deficiência. “Os cães que resgatamos foram abandonados por seus tutores. Eles seriam sacrificados se não os tivéssemos salvados”, concluiu Samantha.
O casal também resgatou cinco ovelhas e três galinhas exploradas pela indústria de ovos. Todos os animais vivem com Samantha e Roman e são amados como verdadeiros filhos.
Fonte: https://www.anda.jor.br/2019/09/casal-sobe-ao-altar-com-seus-oito-caes-deficientes-resgatados-amp/

terça-feira, 24 de setembro de 2019

Cantora Ariana Grande aluga jatinho exclusivo para seus cachorros


*A importante presença dos animais para quem sofre com depressão. *
A cantora norte-americana Ariana Grande alugou um jatinho exclusivo para seus dois cachorros, Myron e Toulouse. Para cuidar dos cães, funcionários foram contratados.
Foto: Reprodução/Instagram
Vegana, a cantora oferece o melhor que pode aos seus animais. Além da aeronave fretada, ela também reservou uma suíte para os cachorros no hotel Blythswood. Cada diária do quarto sai por R$ 12,8 mil.
No quarto dos animais no Blythswood tem jacuzzi, sauna e jardim no terraço. As informações são do portal Metrópoles.
Durante a estadia no hotel, os cães receberam cuidados de um profissional contratado, receberam biscoitos e dormiram em camas felpudas e confortáveis.
A cantora, segundo o portal The Sun, sofre de depressão e ansiedade e a companhia dos cachorros é fundamental para acalmá-la.

Fonte: anda.jor.br

domingo, 22 de setembro de 2019

Chico Xavier e os Animais

Três histórias contados por amigos de Chico Xavier, sobre o amor que ele tinha pelos animais.

A CACHORRA DE CHICO XAVIER
Escrito por: Adelino da Silveira

Chico Xavier tinha uma cachorra de nome Boneca, que sempre esperava por ele, fazendo grande festa ao avistá-lo. 
Pulava em seu colo, lambia-lhe o rosto como se o beijasse.
O Chico então dizia: – Ah Boneca, estou com muitas pulgas! 
Imediatamente ela começava a coçar o peito dele com o focinho. 
Boneca morreu velha e doente. Chico sentiu muito a sua partida. Envolveu-a no mais belo xale que ganhara e enterrou-a no fundo do quintal, não sem antes derramar muitas lágrimas. 
Um casal de amigos, que a tudo assistiu, na primeira visita de Chico a São Paulo, ofertou-lhe uma cachorrinha idêntica à sua saudosa Boneca. 
A filhotinha, muito nova ainda, estava envolta num cobertor e os presentes a pegavam no colo, sem contudo desalinhá-la de sua manta. 
A cachorrinha recebia afagos de cada um. A conversa corria quando Chico entrou na sala e alguém colocou em seus braços a pequena cachorra. 
Ela, sentindo-se no colo de Chico, começou a se agitar e a lambê-lo.
- Ah Boneca, estou cheio de pulgas! disse Chico.
A filhotinha começou então a caçar-lhe as pulgas e parte dos presentes, que conheceram a Boneca, exclamaram: “Chico, a Boneca está aqui, é a Boneca, Chico!” 
Emocionados perguntamos como isso poderia acontecer. O Chico respondeu: 

- Quando nós amamos o nosso animal e dedicamos a ele sentimentos sinceros, ao partir, os espíritos amigos o trazem de volta para que não sintamos sua falta. 
É, Boneca está aqui, sim e ela está ensinando a esta filhota os hábitos que me eram agradáveis. 
Nós seres humanos, estamos na natureza para auxiliar o progresso dos animais, na mesma proporção que os anjos estão para nos auxiliar.
Por isso, quem maltrata um animal é alguém que ainda não aprendeu a amar.

Extraído do Livro: Mediunidade e Coração.
Autor: Carlos A. Baccelli
De quando em vez, Chico nos fala dos animais. Ficamos admirados do seu amor por tudo que se refira à Natureza, crescendo sempre mais o nosso respeito por esse espírito de escol...Sem dúvida, é preciso ter-se uma sensibilidade muito grande para "dialogar" com os animais, sim, pois Chico "conversa" com os seus gatos, com o seu cachorro "Pretinho", com o seu coelho...Talvez muita gente vá pensar que estar envolvido com animais é falta de tempo, ou até mesmo desequilíbrio, mas não há o que estranhar, porque esses é quase certo que não amem nem os semelhantes...Há algum tempo um confrade, veterinário, nos contou que Chico chorou feito criança abraçado a um gatinho de estimação que morrera envenenado. Foi o próprio Chico que nos contou o que se segue. A sua casa era freqüentada por um gato selvagem que não deixava ninguém se aproximar... Todos os dias o Chico colocava num pires alguma alimentação para ele. Numa noite, quando retornava de uma das reuniões, um amigo avisou que o gato estava morrendo estendido no quintal. Babava muito, mas ainda mantinha a cabeça firme em atitude de defesa contra quem se aproximasse. O Chico ficou bastante penalizado, pensando que ele poderia estar envenenado. O amigo explicou que horas antes o vira brincando com uma aranha e que, provavelmente, ele a engolira. E sugeriu que o Chico transmitisse um passe no felino...O gato, apesar de agonizante, estava agressivo. Ficando à meia distância, o nosso querido amigo começou a conversar com ele...- Olha - falou o Chico - você está morrendo. O nosso amigo pediu um passe e eu, com a permissão de Jesus, vou transmitir... Mas você tem que colaborar, pois está muito doente... Em nome de Jesus, você fique calmo e abaixe a cabeça, porque quando a gente fala no nome do Senhor é preciso muito respeito...O gato teve, então, uma reação surpreendente. Esticou-se todo no chão, permaneceu quieto até que o Chico terminasse o passe...Depois, tomando-o no colo, esse admirável medianeiro do Senhor pediu que se trouxesse leite e, com um conta-gotas, colocou o alimento na sua boca...O gato tornou-se um grande amigo e ganhou até nome.

Extraído do livro: O Homem, o médium, o missionário
Autor: Antonio Matte Noroefé
Chico Xavier tinha uma singular estima pelos animais; aqueles que freqüentavam seu modesto lar sabem que o médium vivia cercado por algum animal doméstico.
Chico tinha um cão que atendia pelo nome de Lorde, o qual conhecia as pessoas que visitavam seu dono, quais eram as amigas, as curiosas e as maliciosas.
Palavras de Chico Xavier
"- Senti-lhe, sobremodo, a morte.
Fez-me grande falta.
Era meu inseparável companheiro de oração.
Toda manhã e à noite, em determinada hora, dirigia-me ao quarto para orar.
Lorde chegava logo em seguida.
Punha as patas sobre a cama, abaixava a cabeça e ficava assim em atitude de recolhimento orando comigo.
Quando eu acabava, ele também acabava e ia deitar-se a um canto do quarto.
Em minhas preces mais sentidas, Lorde levantava a cabeça e enviava-me seus olhos meigos, compreensivos, às vezes cheios de lágrimas, como a dizer que me conhecia o íntimo, ligando-se ao meu coração.
Desencarnou.
Enterrei-o no quintal lá de casa..."
Um dia certo visitante lhe pergunta se animais têm alma, Chico responde, rápido: "- Ah! sim, os animais têm alma e valem pelos melhores amigos..."
Possuímos provas pessoais destas verdades, querido Irmão Chico!...

domingo, 20 de dezembro de 2015

A leishmaniose pode ser controlada - caso Mel

A história da Mel não é fácil, aliás, até com início bem triste.
Foi resgatada numa situação lastimável, com zilhões de carrapatos, feridas pelo corpo, sem um pedaço do nariz e com a leishmaniose em estado crítico.
Infelizmente, sabemos que o preconceito em relação à esta doença é ainda muito presente, pois a desinformação assusta as pessoas.
A grosso modo, a leishmaniose é uma doença transmitida pelo mosquito-palha ao homem ou ao cão.
Embora o cão seja tratado como vilão, na realidade ele é tão vítima quanto o ser humano. Ele não é o transmissor, mas hospedeiro dos protozoários advindos do mosquito, vetor desta doença ainda desconhecida pela maioria da população.
Portanto, amigos, se vocês se depararem com a leishmaniose no seu animalzinho de estimação, não deixem sacrificá-lo. A eutanásia animal pode ser considerada a forma mais fácil por alguns veterinários que não levam os sentimentos em conta, entretanto ela não é nem de longe a única solução. EXISTE TRATAMENTO.

Conforme pesquisa no site http://www.todabiologia.com/doencas/leishmaniose.htm , segue uma pequena explicação:
 
Causa da doença 
 
A leishmaniose é uma doença não contagiosa causada por parasitas ( protozoário Leishmania) que invadem e se reproduzem dentro das células que fazem parte do sistema imunológico (macrófagos) da pessoa infectada.
 
Manifestação e características 
 
Esta doença pode se manifestar de duas formas: leishmaniose tegumentar ou cutânea e a leishmaniose visceral ou calazar.  
A leishmaniose tegumentar ou cutânea é caracterizada por lesões na pele, podendo também afetar nariz, boca e garganta (esta forma é conhecida como “ferida brava”). A visceral ou calazar, é uma doença sistêmica, pois afeta vários órgãos, sendo que os mais acometidos são o fígado, baço e medula óssea. Sua evolução é longa podendo, em alguns casos, até ultrapassar o período de um ano.
 
Transmissão 
 
Sua transmissão se dá através de pequenos mosquitos que se alimentam de sangue, e, que , dependendo da localidade, recebem nomes diferentes, tais como: mosquito palha, tatuquira, asa branca, cangalinha, asa dura, palhinha ou birigui. Por serem muito pequenos, estes mosquitos são capazes de atravessar mosquiteiros e telas. São mais comumente encontrados em locais úmidos, escuros e com muitas plantas.
 
Além do cuidado com o mosquito, através do uso de repelentes em áreas muito próximas a mata, dentro da mata, etc, é importante também saber que este parasita pode estar presente também em alguns animais silvestres e, inclusive, em cachorros de estimação.
 
Sintomas da Leishmaniose
 
Os sintomas variam de acordo com o tipo da leishmaniose. No caso da tegumentar, surge uma pequena elevação avermelhada na pele que vai aumentando até se tornar uma ferida que pode estar recoberta por crosta ou secreção purulenta. Há também a possibilidade de sua manifestação se dar através de lesões inflamatórias no nariz ou na boca. Na visceral, ocorre febre irregular, anemia, indisposição, palidez da pele e mucosas, perda de peso, inchaço abdominal devido ao aumento do fígado e do baço.
 
Prevenção e tratamento 
 
A melhor forma de se prevenir contra esta doença é evitar residir ou permanecer em áreas muito próximas à mata, evitar banhos em rio próximo a mata, sempre utilizar repelentes quando estiver em matas, etc.
 
Esta doença deve ser tratada através de medicamentos e receber acompanhamento médico, pois, se não for adequadamente tratada, pode levar a óbito. 
 
 
ATENÇÃO: as informações contidas nesta página servem apenas como fonte para pesquisas e trabalhos escolares. Portanto, não devem ser utilizadas para fins de orientação médica. Para tanto, procure um  médico para receber orientações e o devido tratamento.
 
Voltando ao caso da Mel, ela foi tratada com as três opções de medicamentos existentes, decaiu algumas vezes, mas está bem e pronta para adoção após 4 meses internada. O tratamento bem feito e o amor como aliado fizeram com que a querida Mel fosse feliz pela primeira vez na vida.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

No Vietnã: Cachorra encontrada com a boca amarrada se recupera lentamente



A cachorra vietnamita Lucky foi encontrada vagando na região de Ben Tre em uma situação abominável. Originalmente avistada por um fotógrafo numa região rural, Lucky estava com a boca firmemente presa por uma fita adesiva, o que resultou em ferimentos gravíssimos, além de desnutrição e desidratação severas. O fotógrafo não conseguiu pegar a cachorra para ajudá-la, razão pela qual acionou uma entidade defensora de animais. Acredita-se que a cachorra fugiu de algum açougue local, onde seria brutalmente assassinada para consumo humano. As informações são do site saynotodogmeta.net.
A equipe de resgate mobilizada pelo fotógrafo dirigiu mais de 2h para chegar ao local onde a pobre cadela foi avistada. Depois de horas de buscas pela região, a equipe saiu de mãos vazias da zona rural, não sem antes deixar telefones de contato com os moradores da região, caso alguém a visse novamente.
No mesmo dia, receberam uma ligação informando que a cachorra fora vista por um residente da região, que tentou pegar o assustado animal, sem sucesso. Alguns voluntários que haviam permanecido na área conseguiram resgatar a cadela horas depois.


O animal recebeu cuidados veterinários emergenciais de uma equipe que se dirigiu até Ben Tre, antes de ser transferida a uma clínica veterinária para receber o tratamento de que necessitava com urgência. A fita adesiva foi removida de sua boca, mas a cadela estava extremamente debilitada e cansada. Desde então, vem recebendo cuidados intensivos de uma equipe veterinária na Saigon Pet Clinic.
Os veterinários responsáveis pela saúde da Lucky informam que ela já não está em situação crítica, mas sua condição ainda é muito grave. Está recebendo medicação intravenosa, somada a antibióticos e fortes analgésicos. Os veterinários esperam ainda resultados de exames que esclarecerão se os ossos faciais da cachorra estão infeccionados, o que poderia levar a consequências graves.


A atrocidade cometida contra esse animal é mais um triste exemplo vinculado ao consumo de carne de cachorro em países da Ásia. Vale lembrar que o time de voluntários que resgatou e prestou cuidados emergenciais à cadela Lucky era composto exclusivamente de vietnamitas, o que denota uma crescente preocupação dos nativos com o bem-estar animal, apesar das práticas hediondas ainda vigentes no país.

Fonte: http://goo.gl/TeV0Qo

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

SAÚDE ANIMAL - Ansiedade de separação em cães e Florais de Bach


“No momento em que tivermos dado completa liberdade a todos os que nos rodeiam, quando não mais desejarmos atar e limitar, quando não esperarmos mais nada de ninguém, quando pensarmos apenas em dar e nunca tomar, então nesse momento veremos que estamos livres de todas as coisas deste mundo: nossas cadeias se romperão pela primeira vez na vida, e conheceremos a extraordinária alegria da perfeita liberdade”.
(Edward Bach)
Os cães são animais orientados para uma vida em grupo, desde seus ancestrais, os lobos. Assim, tendem a demonstrar estresse e frustração quando deixados sozinhos.
Devido à crescente humanização dos cães, eles vêm apresentando problemas de comportamento. Ansiedade de separação são os comportamentos destrutivos que o cão exibe quando deixado sozinho. Esses comportamentos inadequados são uma resposta ao estresse pela separação da(s) pessoa(s) com a(s) qual(is) o animal tem laços afetivos (em filhotes é normal morder objetos etc.). O animal não consegue ficar só – na ausência do proprietário, angustia-se e se torna destrutivo.
Quando filhote, após a separação da mãe e dos irmãos de ninhada, terá início o período de socialização (entre 2 e 4 meses), no qual o animal se ligará  fortemente ao tutor. Porém, quando um cão fica dependente demais, poderá desenvolver alterações comportamentais associadas à separação. Roer, cavar, lamber, latir muito, urinar pela casa toda, comer fezes (coprofagia), arrancar a pele, coçar-se muito, automutilação, hiperatividade etc. são  formas de aliviar a tensão e o estresse que ele sente.
A ansiedade de separação é um distúrbio compulsivo.
Exercite seu animal. Consulte o veterinário. Consulte o terapeuta floral.
Florais de Bach indicados: Rescue, Star of Bethlehem, Honeysuckle, White chestnut, etc., devidamente recomendados pelo terapeuta floral.

BICHOS – MARTHA FOLLAIN


Fonte: www.anda.jor.br

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Pet shops terão que gravar serviços de banho e tosa - no Paraná! A moda podia pegar no Brasil todo, né?!


A Assembleia Legislativa aprovou na sessão desta segunda-feira (4) o projeto de lei de autoria do deputado Rasca Rodrigues (PV) que obriga que pet shops paranaenses ofereçam aos seus clientes visão total dos serviços de banho e tosa de animais domésticos.

Segundo Rasca, a ideia da gravação dos serviços de banho e tosa é evitar maus tratos aos animais. “É crescente o número de denúncias de maus tratos em pet shops. Tive conhecimento de casos em que o animal chega a ser sedado para realização da higiene. A proposta tem o objetivo de dar transparência aos serviços, seja durante ou depois por meio de gravação, garantindo uma relação de confiança entre o protetor dos animais e os estabelecimentos comerciais”, explicou Rasca, que é coordenador da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais.

De acordo com o projeto, os estabelecimentos deverão oferecer aos clientes a visualização dos serviços in loco. Caso o cliente deseje, uma cópia dos serviços deve ser gravada e entregue a ele. Os pet shops têm prazo para instalação das câmeras de dois anos, a partir da sanção do projeto (quando virar lei).

Segundo levantamento dos juizados especiais cíveis do Tribunal de Justiça do Paraná, apenas nos nove maiores municípios do estado foram registrados 76 processos judiciais contra pet shops entre 2005 e 2011. Nos processos, as principais reclamações dos clientes são de fraturas, lesões de pele, queimaduras, efeitos colaterais de produtos químicos e até óbitos dos animais. “Temos contato permanente com pet shops e a maioria dos que consultamos sobre a proposta apoiam, pois sabem que isso vai além de um pequeno investimento. Representa o ‘algo a mais’ que todo o cliente espera, ganhando credibilidade”, declarou o deputado.
Fonte: http://goo.gl/DG2Msu

quarta-feira, 3 de abril de 2013

SOCORRO para o triste Zeus, um Pitbull abandonado pelo ex-tutor, em um canil minúsculo, na Lomba do Pinheiro - Porto Alegre/RS


Esse pobre cão está ACUADO E  APAVORADO,  por isso rosna...

Imagine o “dono” abandonar ele?? O homem mudou de casa e deixou seu cão como se fosse um lixo qualquer preso num canil minúsculo. A nova moradora é uma boa pessoa e o está mantendo lá, entretanto ela tem mais 2 cães e tem medo do Pit.  
Ele não deve ter tido convivência com outros cães...
Pode ser manso com humanos, mas o caso é que está acuado.
Mas com outros cães sabemos que tem que haver todo o cuidado.

Solução: Alguém que pudesse assumir isso no sentido de pagar uma casa de passagem para ele e um adestrador, até para ver o comportamento dele e após colocar para adoção.

Essa é a única forma de salvar ele. Ele está em sofrimento, solitário, triste, neste local.
Esse anjo deve ser um cão querido, sofrido, louco para ser amado, sair, passear na guia, ver gente, ter um LAR de verdade.

Quem pode ajudar?
Contato: Elianna  51 8519-9332


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Cães idosos e os problemas respiratórios - pequenas dicas

Você sabia que o cão idoso pode vir a ter deficiência respiratória?
Pois é, pode ter.
Hoje levei Filomena Maria à veterinária para um check up, pois ela tem aproximadamente 14 anos e nesta fase da vida os cães precisam de um acompanhamento mais de perto.
Filozinha não tem raça definida, mas uma coisa é certa, é de raça muito forte! porque depois de viver a maior parte de sua vida nas ruas de Viamão nos encontramos e a adotei. Ela praticamente não tem mais os dentinhos, mas tem alegria de sobra e um coraçãozinho bem saudável para a idade.
A veterinária perguntou se ela tossia ou engasgava, pois nesta idade e com o formato de corpo dela (as perninhas meio abertas - tipo "cambota"), indica que possa ter alguma deficiência nos pulmões, sendo que o corpo se molda para que haja mais espaço respiratório. Ela vez ou outra engasga mesmo e tosse, então Filozinha fará um rx para averiguação deste detalhe e hoje fez os exames de sangue de rotina. Ela também está meio gordinha, portanto a partir dos exames será definida a dieta da "senhorinha". Amanhã teremos novidades.
Espero que se alguém tiver um cãozinho idoso, esta informação possa ajudar. Bjos e até amanhã.

Fotinho da minha Filomena Maria - Chocolatinho lindo dos papais!


quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Cão perdido na Anita Garibaldi em Porto Alegre/RS. Vamos divulgar, compartilhar?

Amigos, agora meu pedido é pessoal! 

Por

Terça 


Por favor, me ajudem compartilhando esta foto!!!
Fui caminhar a noite (28.01.2013), e encontrei este cachorro perdido na rua Anita Garibaldi, em frente a Pizzaria Bazkaria, em Porto Alegre/RS! Após ganhar um cafuné ele resolveu me seguir até em casa. É dócil, manso, sem pulgas, sem carrapatos, cheiroso, só pode ter dono!!!
Me ajudem a encontrar o dono dele, façam esta foto circular pelo face. Por favor, eu não tenho mais espaço e nem condições financeiras para ficar com ele.
Se não achar o dono estou a procura de um dono de raça p/ele.



domingo, 30 de dezembro de 2012

Animais, nossos irmãos.


Quando nascem, despertam a atenção e o carinho dos humanos. São engraçadinhos, frágeis, tão pequenos.
Cãezinhos de raças diversas são requisitados pelas crianças que desejam fazer deles seu brinquedo.
E assim, eles são levados para casa. Por vezes, adquiridos a alto preço, pelo pedigree, pela pureza da raça.
Enquanto pequenos, tudo é levado à conta de peraltices próprias de quem está descobrindo o mundo ao seu redor.
A criança o leva para todo lugar, e o cãozinho a segue, sempre fiel.
Não é raro que durmam juntos e, à mesa, o animalzinho fica ao lado, aguardando os bocados que o pequerrucho lhe passa à boca.
Brincam juntos no jardim, no interior da casa, nas piscinas.
A criança nem sempre é suficientemente cuidadosa e por vezes, pisa na cauda do cão, puxa-lhe as orelhas, aperta-o em demasia.
O animal solta um latido meio sufocado, dizendo da dor que sentiu, mas continua fiel, nem pensando em revidar a agressão, mesmo involuntária.
Pulam, saltam, correm um atrás do outro, enquanto as horas vão somando os dias...
Cresce o animal. Agora, já não é tão engraçadinho assim.
Ele solta pêlo por todo lugar e, porque ninguém lhe ensinou o que ele podia e o que não podia fazer, é castigado porque arranhou o sofá da sala.
Porque mordeu o chinelo recém comprado.
Porque rasgou a bola, com os dentes.
E, até mesmo, porque as suas necessidades fisiológicas foram feitas em lugares inapropriados.

A criança também cresce. Os interesses mudam. E, um dia, o animal que vivia em uma família, rodeado por todos, dentro de casa, gozando da confiança doméstica, se vê colocado no quintal.
Mas, como faz buracos, traz terra para o piso da garagem, ele é preso a uma coleira e uma corda.
Ao menos fosse em lugar confortável. Contudo, por vezes, fica exposto ao sol, à chuva, ao vento. Preso.
Suas pernas desejam correr, pular. Sua cauda abana a cada barulho significativo, seu bem conhecido, que os ouvidos registram: o carro chegando; a algazarra das crianças vindo da escola; o barulho da bola quicando no muro, no chão, na mão, no muro...
Quando as luzes se acendem na casa, ele olha e fica aguardando que alguém se lembre dele, outra vez.
Finalmente, chega um dia em que ele é colocado no carro da família. Vai alegre.
A viagem é longa, por estradas que não acabam nunca. Então, o veículo estaciona.
Ele corre para fora, esperando que alguém o chame, que corra atrás dele.
Mas, logo percebe que o carro fecha as portas de novo e arranca, perdendo-se na poeira da estrada.
Ele corre, tenta alcançar. Por que eles não param? Por que o esqueceram?
Indesejável, foi abandonado.
A partir daí, sua vida será um peregrinar pelas estradas, pelas ruas, à cata de comida, água, um lugar para morar.
Cachorro sem dono.
Não chegue perto. Ele pode morder.
Não toque nele. Deve estar doente. Veja como está magro.
Cachorro de ninguém.
Seus dias acabarão logo mais, sob as rodas de um automóvel, ou por enfermidade ou tristeza...
* * *
Pensemos, olhando nossos animais de estimação, como os estamos tratando.
São seres vivos: têm fome, sede. Sentem cansaço, calor, frio. Sobretudo precisam de afeto, de atenção.
Os animais estão sob a guarda e proteção dos homens.
Assim dispôs a Lei Divina: que servissem ao homem e o homem, de sua vez, os protegesse e amparasse.
Não percamos de vista este dever para com nossos irmãos inferiores, os animais.
Fonte: http://goo.gl/Ld2yr 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Fotógrafo capta reação das pessoas ao testemunharem sofrimento dos animais em matadouro

Uma vez, Paul McCartney disse a famosa frase: “Se os matadouros tivessem paredes de vidro, todos seriam vegetarianos.” Bom, um grupo de defensores dos animais encontrou uma maneira de trazer o matadouro para a calçada. Aos sábados pela noite, as voluntárias Jennifer Mennuti e Boyd Weidman, do PETA, transmitirão “Fazenda de corte em 60 segundos”, para os pedestres na rua Lincoln Road, em Miami, nos EUA.
Para muitas pessoas, é a primeira vez que olham para os rostos dos animais que eles chamam de “bife”, “presunto” ou “pepita”. Estão diante da prova irrefutável de que sua “entrada” era, na realidade, uma vaca que tossiu e engasgou quando o sangue derramando de sua garganta cortada correu pelo seu rosto e cobriu o andar de baixo; um porco que gritava e chorava quando queimado até a morte em água quente; uma galinha, cujos desesperados gritos foram ouvidos enquanto suas pernas eram quebradas e era batida em grilhões e olhava passando os olhos pela longa fila de seus companheiros onde sua vida seria terminada por uma pá. Um fotógrafo captou algumas das reações das pessoas, e parece que Paul estava certo. [...]
“Eu poderia contar histórias de terror sobre as cabeças de gado presas sob os portões de proteção e a única maneira de tirá-las é cortando-as, ainda estão vivos”.
“Uma vez eu levei a minha faca – afiada o suficiente – e cortei a ponta do nariz de um porco, como um pedaço de mortadela. O porco foi à loucura por alguns segundos. Em seguida, ele apenas ficou lá olhando, como um estúpido. Daí, eu peguei um punhado de sal e salmoura e triturei em seu nariz. Aí sim, o porco realmente enlouqueceu, esfregando o nariz em todo o lugar. Eu ainda tinha um monte de sal na minha mão – estava usando uma luva de borracha – e eu enfiei o sal no rabo do porco. O pobre do porco não sabia se **** ou ficaria cego”.
É horrível, mas caso queira continuar lendo http://goo.gl/tRfKm

Os animais têm "anjos da guarda"?

O trecho a seguir foi extraído do livro: “A questão espiritual dos animais”, por Dra. Irvênia Prada. Sua leitura auxilia-nos no estudo sobre a espiritualidade dos animais não-humanos, bem como no conforto quando algum amigo parte para o plano espiritual.


"Muito mais do que supomos, os animais são assistidos em seu desencarne por espíritos zoófilos que os recebem no plano espiritual e cuidam deles."

Notícias pela Folha Espírita (Dez. 1992) nos dão conta de que Konrad Lorenz - zoólogo e sociólogo austríaco, nascido em 1903 - o pai da Etologia (ciência do comportamento animal, que enfoca também aspectos do comportamento humano a ele eventualmente vinculados), continua trabalhando, no plano espiritual, recebendo com carinho e atenção, animais desencarnados.

Continue lendo em http://goo.gl/o7xvI

Ong realiza evento de adoção de animais em Fortaleza






















eventos@upac.org.br

Férias chegando! Dicas valiosas para viajar de avião com seu cão


As férias estão chegando e você decide viajar com seu cão. Boa ideia! Porém logo surge uma pergunta: O que é preciso fazer para que tudo dê certo? Alguns cuidados e providências devem ser tomados para que a experiência da viagem seja boa, tanto para você quanto para o seu cão. Vamos às dicas:
Antes de qualquer coisa, certifique-se que o seu cão está em boas condições gerais de saúde e tenha atenção aos seguintes pontos:

  • As cadelas prenhes não podem viajar de avião (algumas companhias chegam a proibir o embarque);
  • Os cães idosos, por serem mais susceptíveis ao estresse, não devem fazer esse tipo de viagem, principalmente se tiverem algum problema de saúde, como problemas cardíacos, ou se não estiverem acostumados a viajar;
  • Filhotes são desaconselhados a viajar antes de completarem o calendário de vacinação pelo risco de contraírem alguma doença e pela exigência do comprovante de vacinação para o embarque;
  • Algumas raças com focinho achatado como pug, bulldog, boxer e shih tzu são mais propensas a terem falta de ar por causa da altitude devido à conformação anatômica das suas vias respiratórias – há casos de cães que morrem nas viagens;
  • Certifique-se sobre os riscos do cão contrair Dirofilaria (verme do coração) no local de destino e, se for o caso, faça a prevenção.
Continue lendo em http://goo.gl/622ob

Carrapatos – como combater e controlar


Com o aumento da temperatura, aumentam também as infestações de carrapatos. Estes parasitas de ‘oito pernas’, além de causarem grandes transtornos e desconforto, também transmitem doenças para os animais e para o homem.
Por isso, saber como combater carrapatos de forma eficaz é importante não apenas para garantir a saúde do seu cão, mas também a da sua família.
Os carrapatos são artrópodes da classe Arachnida, a mesma das aranhas, e tanto os machos quantos a fêmeas se alimentam de sangue (são hematófagos). Os carrapatos mais comuns nos cães são da espécieRhipicephalus sanguineus (conhecido como carrapato-vermelho-do-cão), porém o cão também pode ser parasitado acidentalmente por outras espécies, como oAmblyomma (carrapato estrela) encontrado em áreas rurais ou de mata. O ciclo de vida dos carrapatos, independentemente da espécie, possui três fases: larva, ninfa e adulto, onde cada fêmea pode colocar de 200 a 3000 ovos por dia.

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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Bom pra nós e ruim pra eles - Cuidado para não envenenar seu cão



"O que eu como a prato pleno/bem pode ser o seu veneno." Estes versos de uma canção de Tio Raul me parecem adequados, e até mesmo sob medida, para começar esta preleção sobre o que nossos peludos não devem comer.
Realmente, um banquete para uma pessoa pode ser um perigo para o cachorro. Por mais afinidades que tenhamos com os cães, ambos mamíferos e grandes amigos, há diferenças suficientes nos organismos de um e de outro para, de fato, existirem alimentos que fazem muito bem para os humanos, mas que podem ser fatais para os caninos. Resistir àquele olhar pidão de quem parece não comer há meses é difícil, mas é necessário.
Aqui vai, portanto, uma listinha que deverá ser útil para quem, por necessidade ou costume, serve aos cães comida mais apropriada para humanos.


Leia mais em http://goo.gl/rbTsB

Vida de Cão - Cães e a Terceira Idade



Não tem jeito nem escapatória, porque isso acontece com tudo e todos no mundo inteiro, um hora os nossos amigos peludos vão ficar velhinhos. E, assim como com os humanos, as mudanças de temperamento e comportamento também são visíveis nos cães que chegam à terceira idade.
Segundo o doutor Marcelo Quinzani, diretor clínico do Pet Care Morumbi, um cachorro idoso apresenta diminuição acentuada da atividade física e do interesse em disputar território, por conta da diminuição de hormônios reprodutivos.
Mas essa perda do vigor físico pode ter seu lado bom. "Um filhote requer muita paciência e treinamento para se adequar à rotina da casa e aprender os comandos. O adulto já esta adaptado à casa e já esta mais tranquilo e tende e requerer menos cuidados. Já o idoso, é como se voltasse a ser criança, pois requer mais atenção e cuidados médicos, com a vantagem de serem mais tranquilos", diz.
À medida que os cães ficam mais velhos, eles podem continuar fazendo todas as atividades normalmente, como passear e brincar, mas é importante que os donos estejam atentos para respeitar o novo ritmo do animal. Em média, os cães entram na terceira idade aos sete anos, mas isso é relativo, pois as raças e o porte dos animais influenciam muito.
Leia mais:


http://goo.gl/ioSOc

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

A nova história de João e Maria

3 de Dezembro - Dia Internacional do Portador de Deficiência

Por Kylvia do Tenho quatro patas e um S2 imenso.

"Amigos tinham várias fotos lindas disponiveis na net para fazer o post sobre o dia de hoje, mas eu ñ poderia deixar de homenagear a Drª Rafaela Costa Magrini (de quem sou fã) e tenho certeza q vcs vão se apaixonar pela história deste anjos q tem apenas duas patas mas como todos os animais, um S2 imenso
http://www.youtube.com/watch?v=TKq5


Vcs tb podem acompanhar o album de fotoshttps://www.facebook.com/media/set/?set=a.314290278596590.101225.100000468601620&type=3
ou assistam aos vários videos disponiveis no youtube entre eles...
* ainda filhotes: http://youtu.be/EPzv0o4MxHI
* brincando: http://youtu.be/kKxRoEgoUkY
* banho de piscina: http://youtu.be/Fbvwf0PDWpM