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sábado, 7 de março de 2020

O ponto final da vida: Branca foi estrelar no céu dos cachorrinhos.

A dor é imensa e se não escrever, meu peito explode.

Minha Branquinha, minha princesa, minha companheira de tantos momentos, minha filha querida partiu. Dia 05 de março ela partiu.

E foi assim...

Num dia de frio, mas de sol, te vimos na Protásio Alves, avenida movimentadíssima de Porto Alegre. E tu andava de um lado para o outro, muito maluquinha. Quando olhamos pela janela do apartamento da tua tia Fabiana, tu estava lá, próximo da portaria, ou seja, tinha atravessado a avenida e vindo nos encontrar.

Naquele momento, te pegamos e fomos pra clínica fazer uma avaliação. Logo na recepção alguém já te queria adotar!!!mas tu logo abraçou meu pescoço e eu disse que tu não estava para adoção. 
Dali pra cá foram 12 anos de muito amor. 

No dia do resgate

Meu amor sempre foi forte por todos meus filhos peludos e por todos os animais que encontro pelas ruas, é um amor intrínseco, mas contigo...contigo era além ( É além). Tu era meu "grudinho". E de uma hora pra outra estou privada da tua presença constante.

Algum tempo depois do resgate

Há muitos anos cuidava do teu coração, do teu fígado, e há pouco dos teus rins e da coluna, enfim, tu puxou pela mãe, né minha Princesa? Cheia das mazelinhas! E igualmente CHEIA de alegria! Teu apelido era "nosso peru louco", de tanto que rodava, ou Fiat 147, porque quando corria, a dianteira ia pra um lado e a traseira para o outro. Nossa filhota linda!



Ano passado, depois da MALDITA  doença do carrapato, a tua saúde só piorou. Foram tratamentos longos, agressivos e cheios de consequências. No teu caso, o problema renal só piorou, o problema de coluna apareceu e nos teus últimos momentos, uma mancha no baço, que sugeria um tumor.

Tu, tão cheia de vida, tão alegre e tão comilona, não estava mais aqui. Somente teu corpinho que te causava dores, que te fazia usar tantas medicações diariamente que parecia impossível qualquer ser usar tudo aquilo. Essa semana chegou no ápice dos sintomas, sem tratamento possível e com as dores que não conseguimos imaginar.

Meu coração se sente machucado, meu espírito não entende o porquê de tanto sofrimento se os animais não vêm para resgatar nada na encarnação presente e sim para evoluir junto aos humanos. Queria uma explicação plausível dos espíritas, afinal acredito tanto nessa doutrina, mas me questiono muito sobre o sofrimento de todos os animais.

Ainda assim, prefiro acreditar que quando teu espírito partiu, foi recebida pelos manos Flash, Glorinha, Filó e Mel com muita alegria e carinho, no céu dos cachorrinhos. E que quando eu partir encontrarei todos vocês, meus filhos queridos. Essa é uma crença que prefiro ter, para tentar acalmar meu coração.

Queria muito que esta postagem fosse mais leve e bonita, mas isso ainda não é possível. A dor fala mais alto. De lindo aqui, só a imagem da minha Branca - Princesa da Mamãe.


domingo, 22 de setembro de 2019

Chico Xavier e os Animais

Três histórias contados por amigos de Chico Xavier, sobre o amor que ele tinha pelos animais.

A CACHORRA DE CHICO XAVIER
Escrito por: Adelino da Silveira

Chico Xavier tinha uma cachorra de nome Boneca, que sempre esperava por ele, fazendo grande festa ao avistá-lo. 
Pulava em seu colo, lambia-lhe o rosto como se o beijasse.
O Chico então dizia: – Ah Boneca, estou com muitas pulgas! 
Imediatamente ela começava a coçar o peito dele com o focinho. 
Boneca morreu velha e doente. Chico sentiu muito a sua partida. Envolveu-a no mais belo xale que ganhara e enterrou-a no fundo do quintal, não sem antes derramar muitas lágrimas. 
Um casal de amigos, que a tudo assistiu, na primeira visita de Chico a São Paulo, ofertou-lhe uma cachorrinha idêntica à sua saudosa Boneca. 
A filhotinha, muito nova ainda, estava envolta num cobertor e os presentes a pegavam no colo, sem contudo desalinhá-la de sua manta. 
A cachorrinha recebia afagos de cada um. A conversa corria quando Chico entrou na sala e alguém colocou em seus braços a pequena cachorra. 
Ela, sentindo-se no colo de Chico, começou a se agitar e a lambê-lo.
- Ah Boneca, estou cheio de pulgas! disse Chico.
A filhotinha começou então a caçar-lhe as pulgas e parte dos presentes, que conheceram a Boneca, exclamaram: “Chico, a Boneca está aqui, é a Boneca, Chico!” 
Emocionados perguntamos como isso poderia acontecer. O Chico respondeu: 

- Quando nós amamos o nosso animal e dedicamos a ele sentimentos sinceros, ao partir, os espíritos amigos o trazem de volta para que não sintamos sua falta. 
É, Boneca está aqui, sim e ela está ensinando a esta filhota os hábitos que me eram agradáveis. 
Nós seres humanos, estamos na natureza para auxiliar o progresso dos animais, na mesma proporção que os anjos estão para nos auxiliar.
Por isso, quem maltrata um animal é alguém que ainda não aprendeu a amar.

Extraído do Livro: Mediunidade e Coração.
Autor: Carlos A. Baccelli
De quando em vez, Chico nos fala dos animais. Ficamos admirados do seu amor por tudo que se refira à Natureza, crescendo sempre mais o nosso respeito por esse espírito de escol...Sem dúvida, é preciso ter-se uma sensibilidade muito grande para "dialogar" com os animais, sim, pois Chico "conversa" com os seus gatos, com o seu cachorro "Pretinho", com o seu coelho...Talvez muita gente vá pensar que estar envolvido com animais é falta de tempo, ou até mesmo desequilíbrio, mas não há o que estranhar, porque esses é quase certo que não amem nem os semelhantes...Há algum tempo um confrade, veterinário, nos contou que Chico chorou feito criança abraçado a um gatinho de estimação que morrera envenenado. Foi o próprio Chico que nos contou o que se segue. A sua casa era freqüentada por um gato selvagem que não deixava ninguém se aproximar... Todos os dias o Chico colocava num pires alguma alimentação para ele. Numa noite, quando retornava de uma das reuniões, um amigo avisou que o gato estava morrendo estendido no quintal. Babava muito, mas ainda mantinha a cabeça firme em atitude de defesa contra quem se aproximasse. O Chico ficou bastante penalizado, pensando que ele poderia estar envenenado. O amigo explicou que horas antes o vira brincando com uma aranha e que, provavelmente, ele a engolira. E sugeriu que o Chico transmitisse um passe no felino...O gato, apesar de agonizante, estava agressivo. Ficando à meia distância, o nosso querido amigo começou a conversar com ele...- Olha - falou o Chico - você está morrendo. O nosso amigo pediu um passe e eu, com a permissão de Jesus, vou transmitir... Mas você tem que colaborar, pois está muito doente... Em nome de Jesus, você fique calmo e abaixe a cabeça, porque quando a gente fala no nome do Senhor é preciso muito respeito...O gato teve, então, uma reação surpreendente. Esticou-se todo no chão, permaneceu quieto até que o Chico terminasse o passe...Depois, tomando-o no colo, esse admirável medianeiro do Senhor pediu que se trouxesse leite e, com um conta-gotas, colocou o alimento na sua boca...O gato tornou-se um grande amigo e ganhou até nome.

Extraído do livro: O Homem, o médium, o missionário
Autor: Antonio Matte Noroefé
Chico Xavier tinha uma singular estima pelos animais; aqueles que freqüentavam seu modesto lar sabem que o médium vivia cercado por algum animal doméstico.
Chico tinha um cão que atendia pelo nome de Lorde, o qual conhecia as pessoas que visitavam seu dono, quais eram as amigas, as curiosas e as maliciosas.
Palavras de Chico Xavier
"- Senti-lhe, sobremodo, a morte.
Fez-me grande falta.
Era meu inseparável companheiro de oração.
Toda manhã e à noite, em determinada hora, dirigia-me ao quarto para orar.
Lorde chegava logo em seguida.
Punha as patas sobre a cama, abaixava a cabeça e ficava assim em atitude de recolhimento orando comigo.
Quando eu acabava, ele também acabava e ia deitar-se a um canto do quarto.
Em minhas preces mais sentidas, Lorde levantava a cabeça e enviava-me seus olhos meigos, compreensivos, às vezes cheios de lágrimas, como a dizer que me conhecia o íntimo, ligando-se ao meu coração.
Desencarnou.
Enterrei-o no quintal lá de casa..."
Um dia certo visitante lhe pergunta se animais têm alma, Chico responde, rápido: "- Ah! sim, os animais têm alma e valem pelos melhores amigos..."
Possuímos provas pessoais destas verdades, querido Irmão Chico!...

sábado, 26 de dezembro de 2015

Os animais, quando dormem, se desdobram? E vão para onde? Animais e Espiritismo


Geralmente os animais considerados inferiores não se afastam de seus corpos físicos quando dormem. No reino animal, eles precisam estar sempre atentos aos predadores e, mesmo dormindo e em contato com a dimensão espiritual, precisam proteger o corpo físico. Quando alguma ameaça se aproxima, o espírito animal se reacopla rapidamente para poder fugir o mais depressa possível. Outros animais mais evoluídos já possuem maior liberdade e podem se desdobrar até as proximidades, mas sempre se mantêm atentos aos perigos dos arredores. Os animais superiores e os domésticos quando se desdobram podem ser acompanhados por espíritos humanos a outras localidades da dimensão espiritual, inclusive a colônias daquela outra dimensão. Nunca se deslocam livremente. Por serem nossos protegidos, somente podem fazer isso (afastar-se do corpo a longas distâncias) acompanhados de um ser humano que os proteja. Raramente podem se deslocar por sua vontade no Plano espiritual. Não seria seguro, pois poderiam ser vítimas de seres trevosos que os vampirizam. Fonte: http://goo.gl/hyxEBx

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Ajuda mútua - A espiritualidade dos animais domésticos

 

A ligação entre um animal doméstico e sua/seu cuidador é frequentemente forte e profunda. Animais ressoam conosco de uma forma profunda o que poucos humanos conseguem. Isto é devido ao fato de que os animais não têm um ego. Eles não têm “coisas” no caminho do seu amor e sua ligação com o Divino. Eles amam incondicionalmente… e estão constantemente fazendo “serviços” para nós, de formas que muitas vezes não reconhecemos. Podemos alimentá-los, prepará-los, levá-los ao veterinário para vacinas, e em troca eles acalmam nossas almas de uma forma sutil, mas perceptível.
Quanto mais estamos abertos aos dons espirituais que nossos animais trazem para nós, mais eles podem compartilhar seus dons. Os animais são uma grande bênção para as pessoas que fazem trabalhos de cura. Curadores amam os seus talentos e a alegria que esses talentos trazem para os outros, mas eles muitas vezes se sentem drenados por uma falta de energia recíproca. Eles se doam muito e não receberem tanto de volta. Animais, pela sua natureza, transmutam a energia desarmônica de stress. Eles são como faxineiros espirituais que entram em nossa consciência e enxugam as gotas do tumulto emocional derramado que o dia deixa para trás. A comunidade científica valida este conceito. Estudos têm sido feitos que mostram que pessoas com um animal doméstico se recuperam mais rapidamente de uma operação, ou que os tutores idosos de animais vivem vidas mais longas e saudáveis ​​do que os que não convivem com eles.
A consciência do ser humano é espelhada pela consciência do animal. Quando estamos prestes a dar um salto na consciência, um animal pode entrar em nossa vida para representar essa mudança e para ajudar nessa transição. Se já tutelamos animais e estamos passando por uma transição, por vezes, o animal pode ter um problema de saúde, pode fugir ou até mesmo morrer.
Enquanto pesquisava para este artigo, eu encontrei informações fascinantes sobre a evolução dos animais nos escritos de Paramahansa Yogananda. O Hindu metafísico afirma: “A atenção, intuição e evolução dos animais pode ser acelerada através de treinamento por uma pessoa intuitiva. Ouça os sons diversos proferidas por diferentes animais quando estão felizes, agitados, ou ciumentos, e você vai gradualmente ser capaz de interpretá-los e usá-los para conversar com os animais e ajudá-los a acelerar sua evolução.Telepatia mental pode, de fato, ser estabelecida entre seres humanos e seus animais. Companhia humana pode acelerar a intuição dos animais e, assim, acelerar sua evolução. Lembre-se que Deus está em tudo.”
Se você é uma pessoa metafisicamente orientada, você pode confiar que a alma de seu animal foi dirigida para você, a fim de se beneficiar de seu nível de consciência. A energia do animal está sendo levantada, talvez porque quer dar o salto de uma espécie para a outra em sua próxima encarnação. Você está apoiando esse animal na preparação para o salto. Em troca, seu animal está lhe servindo incansavelmente em um nível subconsciente. Há um equilíbrio natural e harmonioso maravilhoso que existe entre vocês dois.
Uma vez que os animais nos ajudam a transmutar nossa infelicidade e negatividade, nos ajudam a tornar-nos uma pessoa de maior qualidade. Quando estamos receptivos e conscientes do trabalho subconsciente que nossos animais domésticos estão fazendo, vamos estar mais dispostos a servir e cuidar deles, o que ajuda a acelerar a sua evolução da alma. É uma situação ganha-ganha.
Isso não é dizer que os humanos sejam uma espécie superior, mas todos nós já conhecemos animais que são quase humanos, como se estivessem na linha divisória entre as espécies. Alguns animais tem o desejo de ter a experiência da alma do ser humano – e podemos ajudar os animais com esse desejo.
Nós, por nossa vez, temos muito a aprender com nossos amigos animais. Os seres humanos têm um ego mais desenvolvido do que os animais, e é óbvio que o nosso ego pode nos ajudar ou nos prejudicar. Devemos usar nossa força de vontade sabiamente. Aprendemos a ser humildes na presença de animais, para tornarmos mais amáveis e menos egoístas. Através de nossos animais, podemos aprender a aproveitar a energia do nosso ego para realizar ações positivas e construtivas.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

O Evangelho dos Animais

Tomei conhecimento sobre este livro HOJE! e já estou louca para ler!


Quando Amanda viu sua querida cachorrinha Fifi morrer vítima de um acidente, seu coração se partiu e enfrentou a depressão. Embora espírita, não conseguia encontrar de início na Doutrina Espírita as respostas sobre a alma dos animais. Queria saber o que havia acontecido com Fifi, o porquê de tudo que ocorrera e qual a razão da relação que os animais mantém conosco. Em sua busca, encontrou outros companheiros, cujas histórias emocionantes de vida os levaram ao espiritismo, também interessados sobre conhecer melhor os animais. Foi assim que iniciaram um grupo de estudos sobre a alma dos animais. O livro traz as histórias destes companheiros dedicados e o resultado de seus estudos, mantendo-se fiel às diretrizes da Doutrina Espírita, encontrando as respostas sobre a alma animal, sua vida após a morte, o reencarne dos animais, o desenvolvimento da consciência e da inteligência, entre outras, iluminando a consciência sobre os animais e sobre nós mesmos. Vale a pena!

Autores: Sandra Denise Calado (médium) / Equipe Espiritual da ASSEAMA
Editora: ASSEAMA
 

sábado, 4 de julho de 2015

A história da Gabi: A passagem dos animais pela Terra.

Algumas histórias (ou estórias para quem preferir) já foram contatadas aqui por amigos do blog. Sempre nos emocionamos e confirmamos os laços de amor que existem entre humanos e não humanos.

"Hoje, gostaria de contar a história da Gabi. Na verdade, não irei detalhar sua vida, mas quão importante ela foi e sempre será em minha vida.


Dividimos bons momentos por quase quatro anos. No dia 25 de dezembro de 2013, seu corpinho não suportou a sobrecarga de um câncer diagnosticado há um ano. Ela deu mais um passo em sua evolução. E que alegria foi tê-la por perto e ter, de alguma maneira, auxiliado nesse processo (certamente ela me auxiliou muito mais).

Recebo muitas mensagens de pessoas relatando o sofrimento que é “perder” entes queridos – “entes queridos” são humanos e não humanos; não entendo a dificuldade de alguns em relação a isso. Digo que os laços de amor são eternos e que devemos nos alegrar, pois fizemos parte da suas vidas, compartilhamos momentos, ajudamos e fomos – imensamente – ajudados.

Aí está o sentido da vida: compartilhar o amor. E é tudo isso que fazemos quando temos a oportunidade de nos alegrar com aqueles olhos ao chegarmos em casa, a “risadinha” (a Gabi fazia) quando falamos em tom agudo com eles, o carinho inesperado de uma patinha roçando o seu peito em busca de carinho, a companhia em dias que apenas queremos a compreensão de um olhar…
 
A Gabi já era considerada uma paciente terminal. E isso é muito difícil de aceitar. Infelizmente, a morte (corpo físico) ainda é sinônimo de desespero. E isso só faz mal para quem vai e para quem fica. Chico Xavier dizia que a saudade é uma dor que dói nos dois mundos. Muitos são os relatos dos efeitos negativos que a tristeza de quem fica atrapalha na caminhada de quem vai.

Chore o quanto for preciso, mas pare o mais rápido que conseguir. Não sabemos com toda a certeza os efeitos da nossa tristeza sobre os nossos amiguinhos quando desencarnam. Entretanto, posso afirmar que bem nunca farão.

Eu realmente acredito que entre nós e os que amamos existe um laço eterno, como se fosse um grande tubo de luz, ligando-nos uns aos outros. Por meio dele, temos muitas percepções sobre os outros, sentimos o que eles sentem, passamos nossa energia para eles. Assim, se você emana boas energias, isso vai ser passado adiante. Se emana más energias, da mesma forma acontecerá.

Por isso, amar, mais do que chorar a despedida, é se recuperar, deixar o egoísmo de lado, entender que a vida aqui é uma passagem, que a vida continua para todos nós.

Muitos me perguntam se eles esquecem de nós quando desencarnam. Eu pergunto: você esqueceria? Não!

De novo, a morte é uma passagem. No mundo espiritual, somos os mesmos. Não existe mudança de personalidade, de vontade, de pensamento, de emoção de uma hora para outra. 

Claro, a percepção é aumentada nessa situação. Imagine, por exemplo, para aquele humano que desencarna e, não acreditando em vida após a morte, se depara com um mundo novo…a percepção mais clara do que a vida realmente é auxilia no processo geral de evolução, mas não muda ninguém. Um viciado em cigarros, continuará sendo viciado depois da morte física.

Um cão, por exemplo, não se esquecerá de seu dono – que não é dono, e sim  amigo, tutor, ente querido, amado –  porque não vive mais no corpo físico.


Acontece com eles da mesma forma que acontece conosco. Existe um complexo processo para que a caminhada rumo à evolução continue. Eles reencarnam como nós e, nesse processo, as memórias de vidas passadas ficam adormecidas. Adormecidas não significam esquecidas. Por isso, a ligação entre nós e eles é eterna. Uma vez que compartilhamos o amor, ele será compartilhado eternamente, mesmo que a distância física exista.

 
A Gabi viveu cerca de quatro vezes mais do que o esperado. Ela viveria mais três meses depois do câncer diagnosticado. Ela viveu por quase um ano. E posso dizer que foi uma vida boa. Ela corria, brincava, dava risadinha, subia na mesa, pedia pra dormir na cama de madrugada…fazia todas a coisas fofas que eles fazem e um pouco mais.
 
De três semanas até ontem (25/12/13) ela piorou, ficava mais quietinha, mas ainda balançando o rabinho, acordando feliz da vida para fazer o primeiro xixi do dia, pedindo e dando carinho. 
 
As crises cardio-respiratórias aumentaram , até que ela não suportou e se foi.
Nesse dia, o veterinário sugeriu colocá-la em um baia na ala de internação da clínica (ou seja, eu não teria acesso) para que ela pudesse ficar mais confortável recebendo oxigênio. Vi o veterinário com aquele ser frágil e pequeno nas mãos descendo as escadas…Foi a última vez que a vi, pelo menos em corpo físico.
“(…) ela deitou, apoiou a cabeça no piso da baia (…) tentamos entubá-la (...) mas a perdemos”, ele me disse às 16h15 pelo telefone. Chorei, chorei muito…o turbilhão de coisas que passa na nossa cabeça nesses momentos é indescritível.
Fiz questão de ir à clínica e ver o corpinho dela. Não sabia se ela estava ainda lá – existem relatos de animais que permanecem perto depois do desencarne –, mas sabia que se ela estivesse ali, eu daria meu apoio e, pelo menos, pediria auxílio aos amparadores dos animais.

O corpinho dela estava lá. Eu não pude senti-la. Ela já tinha sido amparada.

À noite, quando deitei na cama, fechei os olhos e ainda muitas lágrimas caíram, mas fui me acalmando. Aos poucos, uma cena foi se formando em minha mente, uma mulher com feição tranquila, aparentemente com seus 30 anos, cabelos pretos e longos cuidando da Gabi na hora do desencarne. A Gabi, ainda deitada e dormindo, flutuava sobre seu corpinho, recebendo energia clara e sutil.

Meu coração se acalmou, ela foi amparada. Eu sei que todo o amor que tenho por ela auxiliou nesse processo de alguma maneira. E se a tristeza tomou conta de mim por algumas vezes, agora ela já se foi, com a certeza de que meu amor é muito maior.
 
Se eu pudesse deixar um recado, depois de ter tido o prazer de compartilhar a vida com essa pequena menina, seria o seguinte: amemos imensamente, isso trará a cura e o conforto que precisamos. No momento em que entendermos que a vida sempre continua e que cada ser tem seu propósito, que compartilhamos e que não somos donos de alguém, amaremos verdadeiramente. Todo o resto é a ilusão do que é o amor.

Fernanda"

Fonte: http://animaiseoespiritismo.blogspot.com.br/2013/12/ame-imensamente.html


sexta-feira, 3 de julho de 2015

“Meu animalzinho morreu e eu acho que a culpa é minha. O que devo fazer?”

Queridos amigos, muitos me mandam mensagens desse tipo. Entendo perfeitamente a sensação de ter deixado de fazer algo, de ter levado tarde demais para uma clínica veterinária, o sentimento de ter podido fazer melhor...

Quando se tem por perto um amiguinho (entendamos aqui um animal não humano, um irmão mais novo), sempre devemos fazer de tudo para que ele tenha a melhor vida possível. E ter a melhor vida possível não é ter roupinhas da moda, ir ao petshop toda a semana etc. Uma boa vida é prezar por seu bem-estar, o que em muitos aspectos difere do bem-estar humano.

Quando amamos de verdade, tudo fazemos para fornecer o melhor e cuidar com amor e respeito de nosso amigo. Muitas vezes o desencarne acontece sem que ao menos esperássemos.

Realmente, nem sempre saberemos as respostas, na verdade, quando tentamos encontrar respostas para os assuntos da vida e da "morte", na maioria das vezes o que temos é o que o nosso coração nos diz.

Às vezes queremos as respostas de acordo com o que achamos certo, mas sabemos, que nem sempre é assim.

O que nos resta? Nossa fé, e não a fé no sentido religioso apenas, mas a fé que nos move a cada dia, a fé que nos faz levantar e continuar vivendo. A fé que nos inspira para sermos melhores pessoas, melhores maridos e esposas, melhores mães e pais...

Se nos apoiarmos nisso, buscando sempre evoluir como pessoa, nossas chances de fazermos o bem é enorme. Dessa maneira, tenhamos fé de que fazemos o que podemos de melhor por nossos queridos irmãos mais novos.

Quem ama verdadeiramente, tem grandes chances de sempre fazer o bem para o outro.

Difícil é aquele que está preparado para a despedida, mesmo que essa seja temporária.

O que acontece é que nós, seres humanos, nos cobramos por não ter conseguido fazer melhor e a palavra "se" sempre está no nosso caminho.

Diante de tudo o que foi feito para prezar pelo bem-estar de um animal, deixe o "se" sair do caminho. Na maioria das vezes, acreditamos que a culpa foi nossa, pois acreditamos que temos o controle de tudo. Entretanto, cada ser tem seu próprio propósito, e os caminhos que ele percorre são únicos e depende de muitos outros fatores além do nosso amor e cuidado.

Queridos amigos, o elo de amor entre aqueles que se amam perdurará para todo o sempre. Quando a tristeza recair sobre nós, devemos pensar nos momentos bons, nas alegrias, superações....

Por algum tempo as lágrimas virão aos nossos olhos, mas depois só o sorriso permanecerá....esse é o momento em que teremos encontrado a melhor definição da palavra amor.
 

sábado, 31 de agosto de 2013

Qual a consequência para as pessoas que maltratam os animais na Espiritualidade?

Filó em seu merecido descanso depois do banho

Vivemos neste mundo ainda primitivo e por isso estamos em um estágio arrasado. Faz parte do nosso aprendizado o convívio pacífico com nossos companheiros de viagem evolutiva. Entre estes companheiros estão os animais. Muitas pessoas, por estarem ainda em aprendizado sobre o convívio com estes companheiros não-humanos, os vêem como seres inferiores e por isso mesmo creem, equivocadamente, ter direitos sobre eles. Alguns não sabem ou não acreditam que sentem dor e sofrem. Outros sabem disso, mas se divertem infringindo-lhes dor. De acordo com a Lei de Igualdade, os animais são tão importantes para Deus quanto nós. Não podemos nos colocar acima deles, a ponto de tê-los como objetos de nosso desfrute. Certamente, aquele que abusa dos animais, maltratando-os e fazendo-os sofrer, terá de acertar suas contas antes de continuar a evoluir. A Justiça da Terra pode não ser eficaz contra os agressores dos animais, mas a Divina não falha. Se formos agressores teremos a oportunidade de encontrar situações para nos redimir do mal que lhes fizemos e somente então prosseguiremos com nossa carreira evolutiva. Não por castigo, pois Deus não castiga ninguém, mas por Misericórdia Divina, que sempre dá oportunidade ao faltoso de expiar seu erro e aprender com ele.

(Respostas dadas por Marcel Benedetipublicadas no site Comunidade Espírita).

Por este e por vários outros motivos, penso que o ser humano deve contribuir para a evolução dos seus amigos animais, oferecendo amor, cuidados e oportunidades de aprendizado. NUNCA usar a força e a maldade para submeter estes seres que não podem se defender. SEMPRE amá-los e respeitá-los. FICA A DICA! 
Espero que tenham gostado deste texto, bjos. 


segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Nós médiuns e nossos animais

Uma pequena história que é relatada no livro Breve testemunho de um longo amor, de Sylvia Paschoal.


“Sempre tivemos um especial carinho pelos animais. Dois ou três cachorros estavam sempre em nosso quintal e o afeto que nos passavam nos fazia muito bem.

Mas houve tempo em que eles se limitavam à área externa da casa, sem terem permissão de entrar em nossa sala.

Numa manhã, uma senhora aflita solicitou um atendimento urgente. Não havia como negar.
Conversávamos em nossa sala, quando minha ajudante doméstica me alertou que o Brown não passava bem.

Brown, vira-lata, mas o mais evoluído que já vi, nos impressionava pelas suas atitudes e carinho.

Pedi um tempo, tentando apressar o atendimento que fazia. Mas qual não foi a minha surpresa quando nosso cachorro veio se arrastando para dentro da sala, em direção a um quadro de Jesus, que ficava junto à nossa porta principal, sobre uma vitrola.
Ergueu as patas sobre o móvel e começou a ganir, olhando para o quadro de Jesus. Ele nunca havia entrado em nossa sala.

Eu e a senhora que atendia nos emocionamos. Peguei a chave do carro e saí em direção ao veículo.

Brown me acompanhou, entrou no carro e fomos até o veterinário.

Quando descemos, uma tosse espasmódica jogou para fora da garganta de Brown um osso.
De imediato pulou alegre e voltou para o carro.

Como entender... com certeza ele pensava, eu também sou de Deus.

Mudamos de casa e Brown nos acompanhou. No bairro das Paineiras ele andava solto pelas ruas, ia até a Vila Brandina passear e namorar, mas quando em casa, ao entardecer eu me assentava na área externa, junto à piscina, ele se aproximava e deitava junto aos meus pés.
Uma tarde Cecília, uma senhora conhecida, solicitou uma palavrinha. Sendo fim de semana, só poderia ser em minha casa.

Quando ela chegou sentou-se em uma área interna junto à piscina e nos pusemos a conversar.
Brown, que até então permanecia na área externa, começou a latir com alegria, tentando entrar onde estávamos. Nunca fizera isso.

-“Deixe-o entrar”, pediu-me Cecília.

Abri a porta e nosso cachorro com uma demonstração de grande alegria, dirigiu-se à senhora e colocou a cabeça em seu colo.

Admirei-me, pois ele era reservado e jamais se manifestava com pessoas estranhas.

Cecília o acarinhava e ele continuava a demonstrar um carinho exagerado.

Conversávamos sobre os problemas a serem resolvidos, quando um guia de nossa irmã se manifestou para orientá-la.

Depois de algumas palavras olhou para o cachorro que se aconchegava junto a nossa conhecida e disse:

-“Este cachorro já pertenceu à nossa irmã. Ele morreu atropelado há tantos anos. Nós não perdemos nossos queridos, mesmo animais”.

Perguntei a Cecília se realmente ela havia perdido um cachorro atropelado há tantos anos.

-“Sim, sim, respondeu, eu o amava muito”.

- “Pois bem, aí está ele, por alguma razão está ele junto de nós”.

O interessante foi que a informação sobre as datas da desencarnação do cachorro atropelado tinha apenas dois meses de diferença do nascimento de Brown.”

domingo, 4 de agosto de 2013

Espiritismo: Como é o sofrimento de um animal quando desencarna vitimado de um câncer ou um envenenamento?



















R: Quando o animal sofre alguma agressão física ou enfermidade grave, que resulta na perda da vitalidade do corpo e na sua consequente morte, as lembranças do sofrimento dos momentos derradeiros podem influir no tempo necessário para a preparação prévia do Espírito animal reencarnante. No entanto, o sofrimento e a dor são somente percebidos pelo corpo físico e não pelo Espírito, que não sente dor. Esta é uma interpretação de nosso sistema nervoso, que pode ser maior para uns e menor para outros e serve de aprendizado ao Espírito que está estagiando no mundo físico. De qualquer modo, os animais, como Espíritos encarnados, ficam sujeitos às dores porque, assim como nós, aprendem muito com as situações de sofrimento, pois vivemos em um mundo primitivo e a dor ainda é comum. Eles têm mais contato com ela do que com as alegrias neste planeta. Enfermidades como os cânceres ocorrem mais frequentemente provocados por nós mesmos. A alimentação inadequada, por exemplo, é uma das causas. Os envenenamentos acidentais são uma prova para eles, que aprenderão com isso. Os envenenamentos provocados são também aprendizados, mas estas dívidas que acumularemos precisarão ser quitadas com eles posteriormente. O sofrimento dos animais é mais físico do que moral, pois a sua noção moral ainda é embrionária. Somente aqueles que já possuem rudimentos de moral (animais superiores como elefantes, golfinhos, alguns macacos e outros) sofrem assim. Os sofrimentos físicos cessam com a morte do corpo e as lembranças da dor são quase todas apagadas ou amenizadas. Assim que desencarnam as dores não são mais percebidas.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

O Espiritismo e a Eutanásia Animal

Este texto visa acalmar os corações de quem perdeu um amigo de patas, seja por eutanásia ou não.
Quem me conhece sabe o quanto sou contra este procedimento, entretanto é bom termos conhecimento da visão espírita e do alívio que ela pode trazer aos animaizinhos em estado terminal.
Boa leitura!


P: Eu gostaria de saber o que acontece a um cão que falece por eutanásia.
R: Quando um animal falece, seu Espírito é amparado por espíritos encarregados de encaminhá-lo aos locais adequados no Plano Espiritual. Não importa se falecem naturalmente ou por eutanásia, eles são igualmente assistidos e amparados pelas equipes espirituais. Quando um veterinário procede à eutanásia, ele usa anestesia geral para que, perdendo a consciência e dormindo profundamente, o animal se desligue parcialmente do corpo. Em seguida a equipe espiritual, que se encarrega deste animal, procede aos desligamentos complementares deste corpo para que seu corpo espiritual separe-se de modo definitivo, enquanto o espírito do animal mantém-se também inconsciente naquela outra dimensão. Então, além do desligamento parcial criado pela anestesia, há o desligamento complementar promovido pelos espíritos. Logo após, o veterinário, aplicando alguma substância letal, consegue provocar uma parada cardíaca no corpo físico. Neste momento o espírito do animal já não se encontra mais ligado a ele. Portanto, deste modo não há sofrimento nem dor neste procedimento.

P: Fale sobre eutanásia praticada por veterinários, às vezes a pedido do dono do animal.
R: A eutanásia é um último recurso usado para aliviar o animal de um sofrimento do qual não se recuperará e não um meio de os donos descontentes de se livrarem de um incômodo. Se for retirada a vida de um animal sadio por simples comodidade dos que querem se livrar de seu animal, por ser velho ou por ser imperativo, por exemplo, neste caso não se falará em eutanásia, mas, sim, em assassinato. Não se pode tirar a vida de uma pessoa ou animal por simples comodidade. O veterinário consciente de suas obrigações, como médico, não deveria aceitar proceder a eutanásia a pedido dos donos, a menos que concorde que não haja tratamentos que possam recuperá-lo do sofrimento. O médico veterinário, após passar anos pelos bancos de faculdades, sabe avaliar a necessidade ou não de se proceder à eutanásia. Os donos podem até mesmo cogitar da possibilidade, mas é o veterinário quem dirá se é ou não válida esta prática em um caso específico. Proceder à eutanásia por comodismo ou por simples meio de obter vantagens financeiras é condenável.

P: Meu cachorrinho sofria de insuficiência renal crônica, um tumor no testículo e inflamação crônica na coluna. Decidimos pela eutanásia, mas me sinto culpada desde que vi seu corpinho sem vida. Queria saber se o Espírito dele já está livre das dores que o corpo terreno lhe proporcionava. Queria ter certeza de que ele está bem e feliz.
R: As equipes espirituais, que se encarregam dos animais, se esmeram em evitar que sofram desnecessariamente. Quando desencarnam, eles imediatamente se vêem livres das dores que lhes provocavam sofrimento. Eles são tratados de modo a eliminar as dores e corrigir as formas corporais e fisiologia corporal (do corpo espiritual) antes de serem enviados à reencarnação ou trabalhos voluntários ao lado dos Espíritos. Quando encaminhados à reencarnação, seus corpos são reconstituídos e preparados para a miniaturização que antecedem ao retorno ao mundo físico. Neste processo, todo o sofrimento evidente nos momentos que antecederam o desligamento (em decorrência da própria enfermidade) desaparece para dar lugar a um corpo, sadio e perfeito em que não há mais dores e sofrimento. No entanto, no caso de morte provocada sem as devidas providências preventivas (provocada por algum leigo e não por um veterinário), as consequências são diferentes. Quando no desligamento não foi usada anestesia e substâncias tóxicas causaram lesões ao corpo espiritual, as equipes espirituais têm mais trabalho em recuperar a saúde do animal lesado e o sofrimento é maior também. E prolonga-se porque o desligamento entre o corpo físico e o espiritual é mais lento. Neste caso o animal mantém a consciência por mais tempo, permanece ligado ao corpo físico por mais tempo, mas mesmo assim o alívio é imediato quando as equipes o desligam em definitivo. Então, em geral, são tornados inconscientes e permanecem em estado de suspensão. Algumas vezes têm permissão para ficar acordados durante o processo de desligamento e após também. Uma vez desligados, o sofrimento desaparece e a felicidade toma o lugar da dor.
Se a eutanásia foi feita por uma pessoa que evitou a dor, então ele nada sentiu e somente encontrou a felicidade no outro lado da vida.

(Respostas dadas por Marcel Benedeti, publicadas no siteComunidade Espírita.)

domingo, 5 de maio de 2013

Espiritismo e os animais - qual a forma adquirida pelos animais antes de reencarnar?





No livro Todos os Animais Merecem o Céu, cita-se que os animais ao serem tratados para reencarnarem, se miniaturizam até ter a forma de mórula. 

O que significa isso?






R: Mórula é o nome que se dá a uma das fases de desenvolvimento do embrião em que ele adquire a forma de uma amora. Por ser microscópico é chamado de mórula, que significa pequena amora. Assim que o espermatozóide se encontra com o óvulo, uma série de divisões celulares começam a acontecer e o óvulo fecundado começa a se segmentar e se divide inicialmente em duas partes, depois em quatro, depois em oito, em dezesseis, trinta e dois e assim por diante, à medida que o embrião se desenvolve e começa a ganhar formas mais definidas de um feto. Conforme seu desenvolvimento continua, este começa a se tornar maior e mais parecido com o que se tornará quando nascer (um animal de uma determinada espécie) e por fim o nascimento. Depois de nascido, o desenvolvimento físico continua até se tornar adulto. Se hipoteticamente vier a falecer nesta fase, o seu espírito se desligará do corpo físico e retornará ao mundo espiritual levando consigo o corpo espiritual, que possui as células perispirituais idênticas às do corpo físico. Uma vez na outra dimensão, o animal é levado aos locais onde será preparado para a reencarnação. Em uma das câmaras, o corpo perispiritual começa a se contrair-se e as células começam a se fundir, tornando-se compactadas. Fundem-se até adquirirem a aparência de um embrião em estágio inicial de formação, ou seja, em forma de mórula. Neste ponto cessa a preparação para o reencarne, pois é o momento em que o espírito em forma de mórula é implantado no corpo materno para iniciar seu desenvolvimento embrionário e se tornar feto e nascer novamente no mundo físico.

(Respostas por Marcel Benedeti - Do site Comunidade Espírita)