Esta bebezinha está com uns 2 meses, foi abandonada em rua movimentada, imunda e faminta junto com seu maninho Cometa que também está para adoção. Tomou remedinho para vermes, está limpinha das pulgas e carrapatos que judiavam dela, é um amor, dorme toda a noite com seu maninho e adora brincar como todo filhote.
Adoção somente para quem ame muito!
Castração a baixo custo obrigatória e assinatura de termo de adoção.
Está em Canoas mas entregamos em cidades próximas, terá porte pequeno a médio.
Contatos Luciene (51) 87444.1565
lucienea@ulbra.br
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quarta-feira, 16 de abril de 2014
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Lindo gatinho filhote para adoção em Fortaleza/CE
Ele foi resgatado por uma pessoa que ama os animais, porém ela já tem 8 gatos e 2 cães; pede ajuda na divulgação para adoção.
Tem em torno de 4 meses, machinho e MUITO brincalhão.
Vamos compartilhar??
Contato com Sheyla - 85 89222366 (Oi)
e 85 99640774 (TIM).
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Splash! Para se apaixonar! Linda gatinha para adoção - Porto Alegre/RS
Splash - uma linda gata, filhotona, tem no máximo 8 meses. Meio tímida no início mas logo pede carinho! Bem tranquila com outros felinos. Tem a cabeça e o rabinho coloridos e o resto do corpinho todo branco!
Está castrada.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Lindo TIJOLINHO (45 dias) para adoção em PoA/RS
Tijolinho - lindo filhotinho de 45 dias aproximadamente.
Muito carinhoso, brinca, corre, pula, é cheio de vida!
Já come ração seca.
Já tomou a primeira dose de vermífugo.
Quem quiser adotar o Tijolinho entrar em contato com Manu pelo email emanuelafabro@gmail.comou pelo fone (51) 8488-3656
domingo, 30 de dezembro de 2012
Animais, nossos irmãos.
Quando nascem, despertam a atenção e o carinho dos humanos. São engraçadinhos, frágeis, tão pequenos.
Cãezinhos de raças diversas são requisitados pelas crianças que desejam fazer deles seu brinquedo.
E assim, eles são levados para casa. Por vezes, adquiridos a alto preço, pelo pedigree, pela pureza da raça.
Enquanto pequenos, tudo é levado à conta de peraltices próprias de quem está descobrindo o mundo ao seu redor.
A criança o leva para todo lugar, e o cãozinho a segue, sempre fiel.
Não é raro que durmam juntos e, à mesa, o animalzinho fica ao lado, aguardando os bocados que o pequerrucho lhe passa à boca.
Brincam juntos no jardim, no interior da casa, nas piscinas.
A criança nem sempre é suficientemente cuidadosa e por vezes, pisa na cauda do cão, puxa-lhe as orelhas, aperta-o em demasia.
O animal solta um latido meio sufocado, dizendo da dor que sentiu, mas continua fiel, nem pensando em revidar a agressão, mesmo involuntária.
Pulam, saltam, correm um atrás do outro, enquanto as horas vão somando os dias...
Cresce o animal. Agora, já não é tão engraçadinho assim.
Ele solta pêlo por todo lugar e, porque ninguém lhe ensinou o que ele podia e o que não podia fazer, é castigado porque arranhou o sofá da sala.
Porque mordeu o chinelo recém comprado.
Porque rasgou a bola, com os dentes.
E, até mesmo, porque as suas necessidades fisiológicas foram feitas em lugares inapropriados.
A criança também cresce. Os interesses mudam. E, um dia, o animal que vivia em uma família, rodeado por todos, dentro de casa, gozando da confiança doméstica, se vê colocado no quintal.
A criança também cresce. Os interesses mudam. E, um dia, o animal que vivia em uma família, rodeado por todos, dentro de casa, gozando da confiança doméstica, se vê colocado no quintal.
Mas, como faz buracos, traz terra para o piso da garagem, ele é preso a uma coleira e uma corda.
Ao menos fosse em lugar confortável. Contudo, por vezes, fica exposto ao sol, à chuva, ao vento. Preso.
Suas pernas desejam correr, pular. Sua cauda abana a cada barulho significativo, seu bem conhecido, que os ouvidos registram: o carro chegando; a algazarra das crianças vindo da escola; o barulho da bola quicando no muro, no chão, na mão, no muro...
Quando as luzes se acendem na casa, ele olha e fica aguardando que alguém se lembre dele, outra vez.
Finalmente, chega um dia em que ele é colocado no carro da família. Vai alegre.
A viagem é longa, por estradas que não acabam nunca. Então, o veículo estaciona.
Ele corre para fora, esperando que alguém o chame, que corra atrás dele.
Mas, logo percebe que o carro fecha as portas de novo e arranca, perdendo-se na poeira da estrada.
Ele corre, tenta alcançar. Por que eles não param? Por que o esqueceram?
Indesejável, foi abandonado.
A partir daí, sua vida será um peregrinar pelas estradas, pelas ruas, à cata de comida, água, um lugar para morar.
Cachorro sem dono.
Não chegue perto. Ele pode morder.
Não toque nele. Deve estar doente. Veja como está magro.
Cachorro de ninguém.
Seus dias acabarão logo mais, sob as rodas de um automóvel, ou por enfermidade ou tristeza...
* * *
Pensemos, olhando nossos animais de estimação, como os estamos tratando.
São seres vivos: têm fome, sede. Sentem cansaço, calor, frio. Sobretudo precisam de afeto, de atenção.
Os animais estão sob a guarda e proteção dos homens.
Assim dispôs a Lei Divina: que servissem ao homem e o homem, de sua vez, os protegesse e amparasse.
Não percamos de vista este dever para com nossos irmãos inferiores, os animais.
Fonte: http://goo.gl/Ld2yr
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Filhote de pit bull abandonada à beira da morte é salva por equipe de paramédicos
Uma filhote de pit bull morrendo de fome foi abandonada na frente do hospital e clínica veterinária Anderson Inner City, na cidade de Buffalo, estado de Nova Iorque, Estados Unidos, na última quarta-feira, dia 28 de novembro, sob temperatura abaixo de zero. A clínica estava fechada aquele dia, mas a filhote abandonada foi vista por uma equipe de ambulância que estava em um estacionamento próximo ao local. Os paramédicos ficaram chocados com a cena. As informações são do site Dogheirs.
A paramédica Norine Hoch disse ao canal de televisão WIVB News “Minha colega dirigindo a ambulância estava entrando na vaga e de repente ela começou a gritar ‘Meu deus! Meu deus!’ Fazia zero graus e a filhote estava só pele e osso. Se tivéssemos chegado ao local segundos mais tarde, ela teria morrido de hipotermia.”
Quer ler mais? http://goo.gl/iZ4Uu
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| Fonte: www.anda.jor.br |
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