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domingo, 22 de setembro de 2019
terça-feira, 6 de agosto de 2019
Lógica FELINA: O pratinho de RAÇÃO
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Existem dois motivos pelos quais os gatos não comem a ração na beirada do prato. O primeiro é basicamente uma questão de geometria: gatos têm focinhos que dificultam que eles alcancem a beirada do comedouro tradicional. Quando tentam pegar a ração dos cantos, eles batem o focinho sensível na borda e precisam girar a cabeça e puxar os grãos com a língua.⠀
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O segundo motivo é a ultrassensibilidade dos bigodes. Os bigodes dos gatos são tão sensíveis que detectam movimentos a distância só pela vibração do ar. E esses bigodes não só ficam raspando na beirada do prato na hora de comer, como precisam ser esmagados contra ela caso o gato queira pegar a ração dos cantinhos.⠀
Fonte: @umgatosaudavel
domingo, 28 de fevereiro de 2016
Divórcio: quem fica com a guarda do bichinho?
Novo Projeto de Lei propõe aos casais que passam pela separação a guarda compartilhada ou unilateral de seus cães e gatos
Não é de hoje que os animais de estimação têm sido tratados como verdadeiros filhos de quatro patas. Nesse sentido, os bebês peludos têm conquistado produtos e serviços cada vez mais específicos, desde massagistas a psicólogos, além de hotéis, padarias, grifes, entre tantos outros mimos. E para muitos pais corujas, não há nada mais gratificante que cuidar da prole, o que felizmente, influencia a qualidade de vida do animal, que vive atualmente 15 anos ou mais. O problema é que muitos casamentos não resistem tanto tempo assim. É justamente aí que começa o drama judicial. Após o divórcio, quem fica responsável pelo cãozinho ou bichano? A advogada Denise Valenti, especialista em direito animal, explica que esses casos têm se tornado cada vez mais comuns no Brasil, principalmente devido ao elevado índice de divórcio. O último censo do IBGE revelou que em 2008 foram mais de 290 mil dissoluções matrimoniais no País. Como resultado, a justiça precisou encontrar formas para lidar com os animais nessas situações. Prova disso é o Projeto de Lei 7196/10 que passa pela Comissão de Constituição e Justiça, e que prevê novas diretrizes em casos de separação do casal. Denise Valenti explica que por enquanto, a justiça encara os animais de estimação como bens materiais, logo, se o casal resolver disputá-los, vai depender da interpretação do juiz quanto aos fatos e notas de compra. “Às vezes, o juiz determina que o animal seja deixado com quem tem o registro do mesmo, ou o pedigree, ou ainda quem provar ser o responsavel perante uma clínica veterinária.” Ela explica ainda que a falta de previsão legal dificulta muito a regulamentação de visitas para quem não ficar com o animal.
Guarda compartilhada ou unilateral?
Não havendo acordo entre o casal, o Projeto de Lei 7196/10, de autoria do deputado Márcio França (PSBSP) determina que a guarda fica assegurada a quem comprovar ser o legítimo proprietário do animal, por meio de documento considerado válido por um juiz. Na falta desse registro, a guarda é concedida a quem demonstrar maior capacidade para cuidar do animal. Esse é o tipo de guarda chamada unilateral. Nesses casos, Denise explica que são analisados fatores como ambiente adequado para a moradia do animal, disponibilidade de tempo, condições de trato, de zelo e de sustento, além do grau de afinidade e afetividade entre o animal e a parte.
Esse foi justamente o caso da corretora Alessandra e de seu Boxer Hidalgo, de 1 ano e 7 meses. A carioca se separou do marido em março deste ano e antes mesmo que ambos se desentendessem pela guarda do cachorro, ela decidiu levar o bichinho para morar com ela. “Eu cuido, alimento, educo, passeio, medico e dou banho e eu jamais permitiria que meu ex-marido ficasse com meu cão.” Ela conta ainda que apesar da falta de interesse do ex, Hidalgo adoeceu com a separação, mas mesmo assim, não houve o interesse do cônjuge em visitá-lo. “Cachorro não racionaliza nem entende essa coisa de guarda compartilhada. Nem meu ex entende coisa alguma de cachorro.” Diante da visível condição da corretora para ficar com o animal, não teve conversa. O bichinho vive feliz da vida com sua dona, que tem sua guarda unilateral.
Os dois lados da moeda:
Mas como nem sempre os casos são tão simples de resolver, o novo projeto de lei propõe que se ambas as partes comprovem que podem oferecer um ambiente adequado para o animal, a guarda pode ser compartilhada entre o antigo casal. Chris Alcantara viveu os dois lados da moeda. Separada duas vezes, da primeira, conta que, como a relação com o ex-marido era sadia, decidiram em comum acordo dividir a guarda dos Beagles Milla e Snoopy e do Basset Hound Michael. “Saíamos juntos para passear com os cães, eu viajava e meu ex-marido cuidava. Até que Papai do Céu levou os três de velhice.” Já no segundo casamento, a história foi outra. “Não teve nem conversa! Meus três cachorros ficaram comigo, já que era eu quem cuidava e brincava.” Chris conta ainda que não foi preciso a intervenção judicial, mas caso fosse necessário, iria dar uma briga séria com o ex-marido. “Como filhos caninos, penso sempre primeiro neles. Amo todos do fundo do meu coração, então acho que cada situação é uma situação, o importante é que sempre pensemos no melhor para eles.”
Fonte: http://goo.gl/JISknz
Não é de hoje que os animais de estimação têm sido tratados como verdadeiros filhos de quatro patas. Nesse sentido, os bebês peludos têm conquistado produtos e serviços cada vez mais específicos, desde massagistas a psicólogos, além de hotéis, padarias, grifes, entre tantos outros mimos. E para muitos pais corujas, não há nada mais gratificante que cuidar da prole, o que felizmente, influencia a qualidade de vida do animal, que vive atualmente 15 anos ou mais. O problema é que muitos casamentos não resistem tanto tempo assim. É justamente aí que começa o drama judicial. Após o divórcio, quem fica responsável pelo cãozinho ou bichano? A advogada Denise Valenti, especialista em direito animal, explica que esses casos têm se tornado cada vez mais comuns no Brasil, principalmente devido ao elevado índice de divórcio. O último censo do IBGE revelou que em 2008 foram mais de 290 mil dissoluções matrimoniais no País. Como resultado, a justiça precisou encontrar formas para lidar com os animais nessas situações. Prova disso é o Projeto de Lei 7196/10 que passa pela Comissão de Constituição e Justiça, e que prevê novas diretrizes em casos de separação do casal. Denise Valenti explica que por enquanto, a justiça encara os animais de estimação como bens materiais, logo, se o casal resolver disputá-los, vai depender da interpretação do juiz quanto aos fatos e notas de compra. “Às vezes, o juiz determina que o animal seja deixado com quem tem o registro do mesmo, ou o pedigree, ou ainda quem provar ser o responsavel perante uma clínica veterinária.” Ela explica ainda que a falta de previsão legal dificulta muito a regulamentação de visitas para quem não ficar com o animal.
Guarda compartilhada ou unilateral?
Não havendo acordo entre o casal, o Projeto de Lei 7196/10, de autoria do deputado Márcio França (PSBSP) determina que a guarda fica assegurada a quem comprovar ser o legítimo proprietário do animal, por meio de documento considerado válido por um juiz. Na falta desse registro, a guarda é concedida a quem demonstrar maior capacidade para cuidar do animal. Esse é o tipo de guarda chamada unilateral. Nesses casos, Denise explica que são analisados fatores como ambiente adequado para a moradia do animal, disponibilidade de tempo, condições de trato, de zelo e de sustento, além do grau de afinidade e afetividade entre o animal e a parte.
Esse foi justamente o caso da corretora Alessandra e de seu Boxer Hidalgo, de 1 ano e 7 meses. A carioca se separou do marido em março deste ano e antes mesmo que ambos se desentendessem pela guarda do cachorro, ela decidiu levar o bichinho para morar com ela. “Eu cuido, alimento, educo, passeio, medico e dou banho e eu jamais permitiria que meu ex-marido ficasse com meu cão.” Ela conta ainda que apesar da falta de interesse do ex, Hidalgo adoeceu com a separação, mas mesmo assim, não houve o interesse do cônjuge em visitá-lo. “Cachorro não racionaliza nem entende essa coisa de guarda compartilhada. Nem meu ex entende coisa alguma de cachorro.” Diante da visível condição da corretora para ficar com o animal, não teve conversa. O bichinho vive feliz da vida com sua dona, que tem sua guarda unilateral.
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| Depois da separação de seus donos, o Boxer Hidalgo ficou com sua ‘mamãe”Crédito: Arquivo Pessoal |
Mas como nem sempre os casos são tão simples de resolver, o novo projeto de lei propõe que se ambas as partes comprovem que podem oferecer um ambiente adequado para o animal, a guarda pode ser compartilhada entre o antigo casal. Chris Alcantara viveu os dois lados da moeda. Separada duas vezes, da primeira, conta que, como a relação com o ex-marido era sadia, decidiram em comum acordo dividir a guarda dos Beagles Milla e Snoopy e do Basset Hound Michael. “Saíamos juntos para passear com os cães, eu viajava e meu ex-marido cuidava. Até que Papai do Céu levou os três de velhice.” Já no segundo casamento, a história foi outra. “Não teve nem conversa! Meus três cachorros ficaram comigo, já que era eu quem cuidava e brincava.” Chris conta ainda que não foi preciso a intervenção judicial, mas caso fosse necessário, iria dar uma briga séria com o ex-marido. “Como filhos caninos, penso sempre primeiro neles. Amo todos do fundo do meu coração, então acho que cada situação é uma situação, o importante é que sempre pensemos no melhor para eles.”
Fonte: http://goo.gl/JISknz
domingo, 13 de dezembro de 2015
5 Brinquedos para seu gato que você mesmo pode fazer
Se você tem um gato, certamente ele é o rei da casa, você o ama e está disposto a tudo para fazê-lo feliz. Você já deve saber que ele adora escalar, dormir, brincar e afiar as unhas em qualquer coisa. No mercado para pets atualmente existe uma grande oferta de brinquedos, itens para exercícios e camas ideais para seus animais, mas poucos podem se dar ao luxo de comprar todos esses sofisticados acessórios.
Aqui no Incrível.club, queremos que seu felino seja mais feliz, mas que você também possa cuidar bem de suas finanças. Por isso, nós ensinamos a você, passo a passo, como construir com suas próprias mãos 5 maravilhosos objetos que ele vai amar desde o primeiro momento.
Esta é uma das camas/tendas mais bacanas que você pode fazer para seu gato. Você precisará apenas de uma camiseta velha (de preferência com gola redonda), dois cabides de metal, um alicate, tesoura ou estilete e um pedaço de papelão duro.
Uma vez que você tenha em mãos os materiais, deverá seguir estes passos:
- Com o alicate, corte os ganchos dos dois cabides.
- Dê aos ganchos o formato de arcos.
- Com o estilete, abra ligeiramente os cantos do papelão e passe os ganchos pelas ranhuras, deixando a parte plana do arco embaixo do papelão.
- Forre a estrutura de papelão e metal com sua camiseta velha, deixando a gola como entrada na parte da frente e amarrando o restante de tecido na parte traseira (para que se veja melhor, você pode costurar a parte traseira em vez de amarrá-la). Você pode colocar dentro uma pequena manta para deixar o iglu mais aconchegante.
- Agora seu gato tem um novo iglu onde pode cochilar depois de comer e fugir para meditar.
2. Caixa de plástico + um pouco de comida + bolinhas = brinquedo interativo
Com este brinquedo seu gato passará horas tratando de caçar e comer. É muito simples de fazer. Você vai precisar de: uma caixa plástica velha com tampa (dessas de guardar alimentos na geladeira), um par de bolinhas de ping-pong ou brinquedos antigos do seu gato, um pouco de ração ou petiscos, uma caneta marcador e tesoura.
Quando tiver os materiais, você deverá seguir os seguintes passos:
- Com a caneta marcador, desenhe dois ou três círculos na tampa da caixa.
- Corte os círculos. Tenha cuidado de não deixar pontas sobressalentes ou pedaços de plástico que possam ferir seu bichano.
- Coloque dentro da caixa os brinquedos, as bolinhas e a ração ou petiscos.
- Feche a caixa assegurando que a tampa não fique solta.
- Curta seu gato enquanto ele brinca e caça com seu novo passatempo interativo. Ele irá passar horas enfiando as patas dentro dos buracos e ouvindo os brinquedos fazendo barulho dentro da caixa.
Caso você não tenha uma velha mesa parecida com esta ou se não quiser gastar muito comprando uma, basta arranjar quatro tábuas de madeira (envernizadas ou não), uma dúzia de pregos, um martelo, um pouco de sisal e a manta preferida do seu gato para fazer este belo nicho. Com estes materiais em mãos, siga as instruções:
- Amarre em volta de uma tábua (ou de várias) o fio de sisal até cobrir uma superfície de ao menos 15 centímetros.
- Fixe as tábuas com dois pregos em cada canto, formando um cubo sem fundo, como o da imagem.
- Faça do nicho um lugar aconchegante colocando em seu interior a manta preferida do seu gato.
- Simples assim: seu gato vai poder estrear uma elegante cama.
4. Cesta + furadeira = ninho felino para pendurar
Além de ser lindo e decorar sua casa, este ninho será o novo xodó do seu gato, já que poderá dormir dentro dele, afiar as unhas ao redor e subir na parte superior. Os materiais que você deve conseguir para fabricar o ninho são: uma cesta resistente, uma manta pequena, furadeira e parafusos. Quando tiver todos os materiais, deverá fazer o seguinte:
- Marque na parede os pontos por onde a cesta ficará suspensa.
- Com a furadeira, faça pequenos furos nos pontos marcados.
- Posicione a cesta no lugar que você escolheu com o fundo contra a parede.
- Ajuste a cesta à parede usando os parafusos. Assegure-se de que fique bem fixa para evitar que o gato sofra uma queda.
- Enrole a manta no interior e espere que seu felino entre em seu novo lar.
5. Tábua + sisal = arranhador vertical
Fazer este arranhador é muito simples. Você precisará apenas de uma pequena tábua que será fixada na vertical, três pregos e alguns metros de sisal. Com o material nas mãos, siga estes passos:
- Martele dois pregos nos cantos superiores da tábua.
- Amarre nos pregos uma tira de sisal para que possa pendurar a tábua na parede.
- Prenda o resto do sisal ao redor da tábua até cobrir a maior parte da superfície. Assegure-se de que fique bem ajustada à madeira e dê um nó no final.
- Martele o terceiro prego na parede e pendure o arranhador.
- Seu gato não voltará a afiar as unhas no sofá enquanto você tiver este arranhador decorativo.
Agora que você sabe o quanto é fácil e barato criar todo um universo de diversão e descanso para seu gato, falta apenas colocar as mãos à obra e demonstrar ao felino da casa que você gosta muito dele.
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Proteja seu bichinho do câncer de pele
O sol está cada dia mais forte e, por isso, é fundamental ter um cuidado extra com a pele. Nesta época, a maioria das pessoas faz questão de usar protetor solar para prevenir o envelhecimento precoce e, principalmente, o câncer. Mas é importante lembrar que os animais de estimação também merecem esse cuidado. O câncer é muito frequente em cães e gatos, e a prevenção é necessária para garantir saúde e vida longa aos bichinhos.
Assim como nos humanos de pele clara, geralmente, são os animais de pelagem branquinha os mais propícios a desenvolver câncer de pele. O sol é um dos principais vilões causadores dessa doença.
Os raios ultravioleta da radiação solar são altamente danosos ao DNA da camada mais superficial da pele de animais muito claros. O carcinoma espinocelular (CEC) é um câncer maligno, um dos mais frequentes nos gatos e o segundo mais comum nos cães, depois do mastocitoma (nódulo com aparência de caroço).
Confira as dicas da médica veterinária especialista em oncologia Alexandra Pinheiro Fantinatti.
Regiões afetadas
Gatos: orelhas, nariz e face
Cães: nariz e ventre
Raças vulneráveis
Gatos: os brancos ou de pele clara, independente da raça
Cães: american pitbull, dog argentino e dálmata
Sintomas da doença
As lesões iniciais, conhecidas como dermatite actínica, começam com uma vermelhidão na pele, seguida de descamação. A região fica mais sensível e exposta à ação contínua do sol. Com o tempo, evolui para lesões profundas, crostosas, ulceradas e sangrentas.
Prevenção
Não existe um método totalmente eficaz para prevenir o carcinoma espinocelular, mas evitar a exposição solar nas horas de maior incidência de radiação ultravioleta é essencial. Além disso, é importante usar o protetor solar animal, independente da raça ou da cor de pele do seu bichinho.
Tratamento
Atualmente, na medicina veterinária, existem várias modalidades terapêuticas para os animais que apresentam o carcinoma, entre elas, a cirurgia, a criocirurgia, a quimioterapia, a eletroquimioterapia e a radioterapia. O tratamento vai depender da gravidade da doença.
Cuidados
* Coloque roupinha no animal quando ele for exposto ao sol forte.
* Reforce o telhado da casinha ou do canil.
* Evite que o seu bichinho fique na janela o dia todo.
* Use protetor ou bloqueador solar (PFS 30 ou maior), principalmente, quando for passear com o animalzinho.
Fonte: http://goo.gl/vBaK5p
Assim como nos humanos de pele clara, geralmente, são os animais de pelagem branquinha os mais propícios a desenvolver câncer de pele. O sol é um dos principais vilões causadores dessa doença.
Os raios ultravioleta da radiação solar são altamente danosos ao DNA da camada mais superficial da pele de animais muito claros. O carcinoma espinocelular (CEC) é um câncer maligno, um dos mais frequentes nos gatos e o segundo mais comum nos cães, depois do mastocitoma (nódulo com aparência de caroço).
Confira as dicas da médica veterinária especialista em oncologia Alexandra Pinheiro Fantinatti.
Regiões afetadas
Gatos: orelhas, nariz e face
Cães: nariz e ventre
Raças vulneráveis
Gatos: os brancos ou de pele clara, independente da raça
Cães: american pitbull, dog argentino e dálmata
Sintomas da doença
As lesões iniciais, conhecidas como dermatite actínica, começam com uma vermelhidão na pele, seguida de descamação. A região fica mais sensível e exposta à ação contínua do sol. Com o tempo, evolui para lesões profundas, crostosas, ulceradas e sangrentas.
Prevenção
Não existe um método totalmente eficaz para prevenir o carcinoma espinocelular, mas evitar a exposição solar nas horas de maior incidência de radiação ultravioleta é essencial. Além disso, é importante usar o protetor solar animal, independente da raça ou da cor de pele do seu bichinho.
Tratamento
Atualmente, na medicina veterinária, existem várias modalidades terapêuticas para os animais que apresentam o carcinoma, entre elas, a cirurgia, a criocirurgia, a quimioterapia, a eletroquimioterapia e a radioterapia. O tratamento vai depender da gravidade da doença.
Cuidados
* Coloque roupinha no animal quando ele for exposto ao sol forte.
* Reforce o telhado da casinha ou do canil.
* Evite que o seu bichinho fique na janela o dia todo.
* Use protetor ou bloqueador solar (PFS 30 ou maior), principalmente, quando for passear com o animalzinho.
Fonte: http://goo.gl/vBaK5p
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
EXIGÊNCIA DE POLÍTICAS PÚBLICAS - Ativistas pressionam deputados com “pauta animal”
Além da CPI, os ativistas querem aprovar a esterilização gratuita de cães e gatos para controle sanitário e de natalidade, a proibição de testes em animais pela indústria e o aumento da pena para atos de crueldade praticados contra animais.
Um dos incentivadores do movimento, o deputado Ricardo Izar (PSD-SP) defende que chegou a hora de o Congresso deixar de tratar os direitos dos animais como assunto secundário. “Grande parte da sociedade civil clama por mudanças na legislação, em políticas públicas e isso não acontece: a gente não vê nem o Legislativo, nem o Executivo se mexendo nesse ponto”, reclama o presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais, em entrevista à Agência Câmara.
O principal item da pauta dos ativistas é o projeto de lei que esteriliza animais gratuitamente para evitar a superpopulação, a morte induzida dos animais e mesmo garantir a saúde humana. De autoria de Afonso Camargo (PSDB-PR), o PL 1376/03 quase foi votado no plenário no ano passado.
Saúde pública
Para Ricardo Izar, conter o crescimento da população de gatos e cães nas cidades é uma questão de saúde pública. “Um casal de cachorros gera, em 14 anos, 10 mil descendentes diretos. O pior é o resultado na saúde humana, pois a leischmaniose mata mais que a dengue. E ainda tem a cinomose”, afirmou Izar ao Congresso em Foco. O deputado pretende dormir, de terça para quarta, numa das barracas do acampamento.
Em Porto Alegre (RS), o uso de veículos especiais nas periferias, os chamados “castramóveis”, reduziu em 80% o crescimento de cães e gatos. As zoonoses reduziram-se em 90%, informa o deputado.
Outra proposta é proibir testes com animais para a produção de cosméticos. Izar diz que não é necessário usar esse tipo de experimento, prejudicial aos animais e ao bolso da indústria brasileira. Isso porque a Europa se nega a comprar cosméticos brasileiros porque de 5% a 10% ainda fazem testes com animais. A situação se tornou comoção nacional depois da denúncia de maus tratos com cachorros beagles em um instituto em São Paulo.
O Projeto de Lei 2833/11 aumenta as punições para quem machuca os animais, sejam eles domésticos ou selvagens. De acordo com a ativista Carolina Mourão, assessora parlamentar e coordenadora política do acampamento, hoje a punição se limita ao pagamento de cestas básicas. “A ideia é aumentar para oito anos de cadeia”, conta a militante.
Sem elefante
No que depender dos ativistas e de um grupo de deputados, nenhuma criança vai mais ver elefantes no circo. Nem leões ou qualquer outro animal. Segundo Carolina, está bem amadurecida a ideia de proibir qualquer animal em circo, medida já tomada em outros países e em dez estados brasileiros. “Animais não nasceram para ser entretenimento em circos e rodeios”, afirma. A ativista não acredita em vaquejadas e rodeios sem sofrimento para os animais. Carolina observa que o que faz o boi pular embalado pelo grito de “Segura, peão” é uma “profunda e incômoda dor” causada por apertos nos testículos, esporas e supositórios de pimenta.
Os ativistas ainda desejam criar uma CPI dos maus-tratos dos animais, para punir prefeitos e organizadores de eventos, como rodeios e vaquejadas, que molestam os animais.
Pauta extensa
Hoje há 185 projetos que tratam de animais, mas a ideia do acampamento é não lutar apenas por quatro ou cinco projetos. Em uma comissão especial recém-criada ficariam causas mais polêmicas e com forte rejeição da bancada ruralista, como a proibição de rodeios e vaquejadas.
No começo do mês, a comissão foi criada na Câmara, sob a chancela do PV e do Solidariedade. O objetivo é consolidar projetos em defesa dos animais. “Uma legislação consolidada estabelece a relação das pessoas com os animais, protegendo a fauna e, por sua vez, dando as respostas pelas quais a sociedade clama”, afirma o líder do PV na Câmara, Sarney Filho (MA).
Fonte: Congresso em Foco
75 gatos serão despejados juntos com a tutora em Canoas/RS
A reportagem no Diário de Canoas diz que 75 gatos não tem para onde ir quando sua dona for despejada.
Ela mora em Canoas no bairro Harmonia. Ela contou que a casa que mora é alugada e que não consegue mais pagar aluguel porque precisa comprar ração para os gatos.
A imobiliária pediu a casa que vai ser vendida e a Silvia, o marido e os gatos serão colocados na rua.
As gatinhas sem castrar procriaram várias vezes.
São 20 filhotes de gatos para doar,mas não consegue lares e eles acabam ficando.
Precisa de castração para as gatas, pois é o mais urgente, sem castrar não se pode doar.
Depois divulgação para todos.
Também precisa de ração para gatos qualquer marca.
A imobiliária exigiu que ela pague os meses atrasados, já entraram com uma ação na justiça para retirá-la e receber os valores atrasados.
Quem quiser ajudar de alguma maneira, com castração, adoção e ração, pode fazer contato.
Qualquer dúvida, sugestão ou AJUDA o contato está sendo feito com a protetora Liliana nos fones: (51) 9938 0468 / 8904 4085 / 8148 4338 - Canoas-RS
lili.adoteumamigo@gmail.com
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Ativistas chineses salvam 2.800 gatos que seriam mortos para o consumo humano
Segundo informações do site Quartz News, cerca de 30 ativistas em Wuhan, China bloquearam a passagem de um caminhão que transportava mais de 2.800 gatos que seriam vendidos como carne em restaurantes. O motorista, que também foi interceptado por policiais de trânsito, estava transportando os animais ilegalmente.
Os gatos foram resgatados por grupos de proteção animal que agora precisam de ajuda de voluntários para encaminhá-los a lares permanentes ou temporários. Ativistas afirmam que encontraram gatos mortos dentro do veículo e também alguns que usavam coleira. Muitos tutores foram ao local em busca de seus animais perdidos e conseguiram achá-los.
Este ato é parte de um movimento pelos direitos animais, pequeno, mas que está crescendo, em um país que é rotineiramente criticado por grupos internacionais por apoiar o tráfico de animais e suportar fazendas biliares, entre outras crueldades. Em novembro, grupos de resgate salvaram 600 gatos que estavam a caminho de um comprador ilegal. Também no ano passado, internautas chineses lançaram campanhas on-line contra a extração de bile em ursos.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
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