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terça-feira, 6 de agosto de 2019

Lógica FELINA: O pratinho de RAÇÃO




Não importa quanta ração você coloque no prato, o gato sempre come o meio e deixa um restinho nas beiradas. E depois fica miando para você repor a comida como se o prato estivesse vazio. Também pode acontecer de ele jogar a ração para fora do prato antes de comer. Parece frescura, que ele está de manha ou sem fome, mas, como sempre, ele tem um bom motivo para fazer tudo isso. .⠀
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Existem dois motivos pelos quais os gatos não comem a ração na beirada do prato. O primeiro é basicamente uma questão de geometria: gatos têm focinhos que dificultam que eles alcancem a beirada do comedouro tradicional. Quando tentam pegar a ração dos cantos, eles batem o focinho sensível na borda e precisam girar a cabeça e puxar os grãos com a língua.⠀
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O segundo motivo é a ultrassensibilidade dos bigodes. Os bigodes dos gatos são tão sensíveis que detectam movimentos a distância só pela vibração do ar. E esses bigodes não só ficam raspando na beirada do prato na hora de comer, como precisam ser esmagados contra ela caso o gato queira pegar a ração dos cantinhos.⠀
Fonte: @umgatosaudavel

domingo, 27 de dezembro de 2015

Refugiado sírio não abandona seu gato durante viagem para Grécia

O mundo em 2015 viveu e está vivendo alguns dos momentos mais tristes da história, falando especificamente sobre os refugiados na Europa.
Enquanto muitas pessoas desesperadas tentavam chegar a um país que lhes pudesse dar uma nova chance de vida, muitos morreram, muitos perderam familiares e poucos conseguiram chegar ao novo destino. A esperança deles nunca se dissipou, tanto que o número de imigrantes só aumentou, mesmo frente às dificuldades.
Em meio a tantas notícias negativas que bombardearam o público através da mídia, destaca-se uma feliz que aconteceu em setembro:

"Um refugiado sírio cruzou o mar Mediterrâneo com o seu gato ao colo. O pequeno felino, chamado Zaytouna (significa “azeitona” em árabe) chegou são e salvo à Grécia, depois de uma viagem inteira ao colo do humano que não o deixou para trás."



Fonte: http://goo.gl/nROAZN

domingo, 13 de dezembro de 2015

5 Brinquedos para seu gato que você mesmo pode fazer

Se você tem um gato, certamente ele é o rei da casa, você o ama e está disposto a tudo para fazê-lo feliz. Você já deve saber que ele adora escalar, dormir, brincar e afiar as unhas em qualquer coisa. No mercado para pets atualmente existe uma grande oferta de brinquedos, itens para exercícios e camas ideais para seus animais, mas poucos podem se dar ao luxo de comprar todos esses sofisticados acessórios.
Aqui no Incrível.club, queremos que seu felino seja mais feliz, mas que você também possa cuidar bem de suas finanças. Por isso, nós ensinamos a você, passo a passo, como construir com suas próprias mãos 5 maravilhosos objetos que ele vai amar desde o primeiro momento.
 
1. Camiseta velha = Iglu para gato


Esta é uma das camas/tendas mais bacanas que você pode fazer para seu gato. Você precisará apenas de uma camiseta velha (de preferência com gola redonda), dois cabides de metal, um alicate, tesoura ou estilete e um pedaço de papelão duro.

Uma vez que você tenha em mãos os materiais, deverá seguir estes passos:
  • Com o alicate, corte os ganchos dos dois cabides.
  • Dê aos ganchos o formato de arcos.
  • Com o estilete, abra ligeiramente os cantos do papelão e passe os ganchos pelas ranhuras, deixando a parte plana do arco embaixo do papelão.
  • Forre a estrutura de papelão e metal com sua camiseta velha, deixando a gola como entrada na parte da frente e amarrando o restante de tecido na parte traseira (para que se veja melhor, você pode costurar a parte traseira em vez de amarrá-la). Você pode colocar dentro uma pequena manta para deixar o iglu mais aconchegante.
  • Agora seu gato tem um novo iglu onde pode cochilar depois de comer e fugir para meditar.
 
2. Caixa de plástico + um pouco de comida + bolinhas = brinquedo interativo
 
Com este brinquedo seu gato passará horas tratando de caçar e comer. É muito simples de fazer. Você vai precisar de: uma caixa plástica velha com tampa (dessas de guardar alimentos na geladeira), um par de bolinhas de ping-pong ou brinquedos antigos do seu gato, um pouco de ração ou petiscos, uma caneta marcador e tesoura.
Quando tiver os materiais, você deverá seguir os seguintes passos:
  • Com a caneta marcador, desenhe dois ou três círculos na tampa da caixa.
  • Corte os círculos. Tenha cuidado de não deixar pontas sobressalentes ou pedaços de plástico que possam ferir seu bichano.
  • Coloque dentro da caixa os brinquedos, as bolinhas e a ração ou petiscos.
  • Feche a caixa assegurando que a tampa não fique solta.
  • Curta seu gato enquanto ele brinca e caça com seu novo passatempo interativo. Ele irá passar horas enfiando as patas dentro dos buracos e ouvindo os brinquedos fazendo barulho dentro da caixa.
 
3. Quatro tábuas de madeira = nicho para gatos com arranhador incluído

Caso você não tenha uma velha mesa parecida com esta ou se não quiser gastar muito comprando uma, basta arranjar quatro tábuas de madeira (envernizadas ou não), uma dúzia de pregos, um martelo, um pouco de sisal e a manta preferida do seu gato para fazer este belo nicho. Com estes materiais em mãos, siga as instruções:
  • Amarre em volta de uma tábua (ou de várias) o fio de sisal até cobrir uma superfície de ao menos 15 centímetros.
  • Fixe as tábuas com dois pregos em cada canto, formando um cubo sem fundo, como o da imagem.
  • Faça do nicho um lugar aconchegante colocando em seu interior a manta preferida do seu gato.
  • Simples assim: seu gato vai poder estrear uma elegante cama.
4. Cesta + furadeira = ninho felino para pendurar
 
Além de ser lindo e decorar sua casa, este ninho será o novo xodó do seu gato, já que poderá dormir dentro dele, afiar as unhas ao redor e subir na parte superior. Os materiais que você deve conseguir para fabricar o ninho são: uma cesta resistente, uma manta pequena, furadeira e parafusos. Quando tiver todos os materiais, deverá fazer o seguinte:
  • Marque na parede os pontos por onde a cesta ficará suspensa.
  • Com a furadeira, faça pequenos furos nos pontos marcados.
  • Posicione a cesta no lugar que você escolheu com o fundo contra a parede.
  • Ajuste a cesta à parede usando os parafusos. Assegure-se de que fique bem fixa para evitar que o gato sofra uma queda.
  • Enrole a manta no interior e espere que seu felino entre em seu novo lar.

5. Tábua + sisal = arranhador vertical
 
 
Fazer este arranhador é muito simples. Você precisará apenas de uma pequena tábua que será fixada na vertical, três pregos e alguns metros de sisal. Com o material nas mãos, siga estes passos:
  • Martele dois pregos nos cantos superiores da tábua.
  • Amarre nos pregos uma tira de sisal para que possa pendurar a tábua na parede.
  • Prenda o resto do sisal ao redor da tábua até cobrir a maior parte da superfície. Assegure-se de que fique bem ajustada à madeira e dê um nó no final.
  • Martele o terceiro prego na parede e pendure o arranhador.
  • Seu gato não voltará a afiar as unhas no sofá enquanto você tiver este arranhador decorativo.

Agora que você sabe o quanto é fácil e barato criar todo um universo de diversão e descanso para seu gato, falta apenas colocar as mãos à obra e demonstrar ao felino da casa que você gosta muito dele.
 

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Há uma razão científica para você achar que o seu animalzinho de estimação só falta falar



Não há quem nunca tenha pensado sobre isso ou ao menos que tenha ouvido alguém comentar com os olhos brilhando de ternura: “O animalzinho que eu tenho em casa só falta falar!”. O que a sabedoria popular já mostrava há séculos, a ciência reconheceu formalmente em 2012, com a Declaração de Cambridge (leia o documento, em inglês).
Em resumo, o documento diz que todos os cientistas que o assinam reconhecem que não são apenas os seres humanos os animais que têm condições físicas de produzir consciência. Por muito tempo, a ciência afirmou que o cérebro humano seria o único com aspectos técnicos que o tornava capaz de produzir consciência, que é o conhecimento de tudo que acontece ao nosso redor.
Em outras palavras, é a consciência que nos permite saber que existimos e ter conhecimento sobre nossa relação com os outros indivíduos e com o meio em que vivemos. A senciência – que é a capacidade de sofrer, sentir prazer ou medo – também está atrelada ao conceito de consciência.
É por isso que o seu animalzinho de estimação sabe quando fez coisa errada, fica feliz, triste, sente dor quando bate em alguma coisa ou prazer quando você coça a barriga dele. Ele tem conciência quando faz "cara de pidão" quando quer alguma coisa.
Mas o que faz da Declaração de Cambridge um documento muito especial é o fato de ela admitir que essa característica da mente chamada de consciência, antes atribuída apenas ao cérebro humano, é também encontrada em um grupo grande de outros animais. Fazem parte desse grupo todos os mamíferos, aves e muitas outras criaturas como o polvo, por exemplo.
Em passagem pelo Brasil recentemente, o neurocientista Philip Low, que redigiu o texto da Declaração de Cambridge, palestrou em um simpósio sobre consciência animal na UNICAMP. Low, um PhD com currículo extenso e especializado em estudos do cérebro, explicou detalhes das pesquisas que o levaram a reconhecer em documento que os animais têm consciência. Entre os que concordam com a tese de Low está o inglês Stephen Hawking, certamente o mais aclamado cientista vivo.
O neurocientista Philip Low levou tão a sério os resultados cartesianos de seus estudos que decidiu se tornar vegano no mesmo ano em que publicou a Declaração de Cambridge. Ele entendeu, matematicamente e fisicamente, que os animais considerados de consumo têm consciência assim como um cachorro ou gato. Vacas, frangos, peixes, porcos e outros animais que antes faziam parte do cardápio de Low, já não o fazem.
Portanto, se você tem um animalzinho em casa ou já teve contato com um, saiba que os animais assassinados desnecessariamente para consumo humano são muito parecidos e têm consciência do que acontece ao seu redor e com eles. Apenas a informação de que uma vaca sofre profundamente quando apartada de sua cria na indústria do leite deveria ser motivo suficiente para você se tornar vegano hoje.
O que pensar então dos bilhões frangos amontoados ou dos bois na fila da morte nesse momento em corredores frios que levam ao abate? Os olhos arregalados enquanto se debatem e a adrenalina despejada no momento de dor intensa não são frutos do acaso.
Agora que você já sabe, cogite se tornar vegano (www.sejavegano.com.br), como fez o brilhante cientista que trouxe à tona a consciência dos animais.

Fonte: entretenimento.r7.com

quinta-feira, 30 de julho de 2015

PASSEIO LIBERADO: Shoppings Centers de Cuiabá (MT) anunciam que vão permitir a entrada de animais domésticos


Quem não se separa dos seus animais domésticos agora tem uma ótima notícia. Os shoppings Goiabeiras e Pantanal, em Cuiabá, Mato Grosso, anunciaram que vão permitir a entrada de gatos e cachorros no estabelecimento, desde que algumas regras sejam seguidas.
No Pantanal Shopping a entrada de cães de pequeno, médio e grande porte será permitida nos dois centros de compras, ficando restrita somente aos restaurantes.
Os cachorros deverão estar sempre com coleira e os de médio e grande porte devem usar focinheiras. No Pantanal Shopping, o sistema começa a partir da segunda quinzena do mês de agosto.
Já no Goiabeiras Shopping a medida já foi adotada. Lá, os cachorros devem ter no máximo 40cm de comprimento, sendo obrigatório conduzi-los na coleira,  em carrinhos próprios para os animais ou colo. Os animais não poderão entrar em restaurantes, cafés, praça de alimentação, banheiros ou elevadores.
A Assessoria do shopping ainda afirma que cada loja deve decidir se permite ou não a entrada dos animais, e que por motivo de segurança nas escadas rolantes os animais devem permanecer no colo. A limpeza da sujeira será de responsabilidade do tutor.

terça-feira, 28 de julho de 2015

Gato obeso é adotado por veterinária do Texas e emagrece 10 kg


Chamado Skinny, gato tinha 18 kg quando foi adotado; hoje tem 8 kg.
Veterinária diz que dieta saudável e exercícios possibilitaram mudança.

Quando o gato Skinny foi adotado, em 2013, ele pesava 18 kg. Depois de começar a fazer exercícios e ser submetido a uma dieta especial, o gato emagreceu 10 kg e hoje pesa 8 kg.
Segundo sua dona, a veterinária Brittney Barton, Skinny (nome que significa magro, em inglês) foi encontrado abandonado em Dallas em 2012 e depois foi levado para um abrigo até ser adotado por ela, em 2013.
Hoje, o gato vive na clínica de Brittney, onde se tornou uma espécie de mascote, e vai para a casa da veterinária os fins de semana.
A veterinária diz que Skinny continua sendo um gato grande, porém não é mais obeso.

Fonte: http://goo.gl/yRpzw4

terça-feira, 11 de junho de 2013

Você sabe como cuidar da velhice do seu animalzinho? Post 1

Iniciarei uma série de postagens abordando este tema, pois se trata de uma etapa muito importante na vida dos nossos amigos, onde eles necessitam de mais amor, carinho e cuidados especiais.
Espero que gostem.

Em primeiro lugar, seu animal de estimação é geriátrico?

Tudo depende do seu tamanho. Ele passa a ser geriátrico ao alcançar as seguintes idades:

Cães de pequeno porte (até 10kg)....................9 a 13 anos
Cães de médio porte (10,5 a 25kg)................9 a 11,5 anos
Cães de grande porte (20,5 a 45kg)...........7,5 a 10,5 anos
Cães de porte gigante (acima de 45kg)...............6 a 9 anos
A maioria dos gatos.........................................8 a 10 anos

Por estas informações, você já pode ter uma pequena noção se o seu amigo está entrando na idade em que vai precisar muito do seu carinho e atenção.

Até o próximo post sobre este assunto!

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Cães e gatos podem estranhar mudanças de ambientes; saiba o que fazer


Ana e Verônica precisaram criar estratégias para que os animais se adaptassem ao novo ambiente. (Foto: Bernardo Dantas/DP/D.A Press)
Mudar-se para uma casa nova é sempre complicado. Se integrar a um novo lar pode ser um desafio para qualquer família, mas a situação se agrava quando há um animal doméstico envolvido na mudança. Os problemas de adaptação podem levar os bichinhos a rejeitarem o local novo ou a desaprender velhos hábitos ensinados pelos tutores. Ter paciência e cuidado é essencial para que a transição ocorra de forma mais tranquila para os animais.
Raquel Quirino, do Departamento de Morfologia e Fisiologia Animal (DFMA) da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), explica que a adaptação pode ser complicada para gatos e cachorros. “Com gatos, depende muito da personalidade deles. Se o seu gato for um daqueles que se escondem quando chega uma pessoa estranha na casa, vai ser mais difícil”. Ela conta que é da natureza do animal ser bastante territorialista e, por isso, ter dificuldades a se adaptar a novos lugares. “Já com o cachorro pode ser mais fácil, já que o animal é mais ligado às pessoas do que ao local”. Se a família se mudar junto e a nova casa não for muito diferente da anterior, para os cães a mudança pode ocorrer sem muito stress.
Para aliviar a dificuldade dos felinos que não conseguem se adaptar a ambientes estranhos, uma dica é levar objetos familiares ao animal para a nova casa. “Um lugar novo representa uma ameaça ao animal, portanto eles ficam mais ariscos, agressivos. Trazer um cheiro que o gato já conheça ajuda na adaptação”, ressalta a professora da UFRPE. É preciso ficar de olho nos gatinhos, que podem perder o apetite por conta da agonia da mudança. Evitar grande movimentação de pessoas novas na casa e liberar os espaços da casa para o gato gradualmente, ir fazendo o reconhecimento de um cômodo por vez, pode ajudar a fazer o animal a se sentir menos nervoso. “Temos que lembrar que os animais podem ter o ímpeto de fugir, de voltar pra o lugar anterior, então colocar telas de proteção no lar novo pode evitar que isso aconteça”.
Já os cachorros podem perder suas referências anteriores e precisam de tempo para reconhecer o espaço. Se o ambiente for muito diferente do anterior – de uma casa com grande quintal para um apartamento pequeno e fechado, por exemplo – o animal pode sofrer. “Se o cão é acostumado a ter uma área grande e livre, vai ser difícil se mudar pra um lugar pequeno. O tutor precisa se comprometer a sair pra passear com ele diversas vezes por dias. Se isso não acontecer, o animal pode passar a focalizar sua energia para danificar, destruir coisas e fazer sujeira, por exemplo. Sua personalidade também pode mudar nesses casos”, afirma Raquel Quirino. Velhos hábitos também podem ser esquecidos com a mudança. “Para cães, é preciso um processo de reeducação do local do sono e de suas necessidades. Para os gatos essa parte pode ser mais simples, se ele for, por exemplo, acostumado a utilizar a caixa de areia. Daí é só levá-la ao novo local”.
Ana Melo, moradora do Recife, passou por um desses casos dificultosos. “Eu tinha um gato e minha companheira uma cadelinha. Decidimos morar juntas e eu fui com meu gato para a casa delas. No início foi bem complicado, ele não encontrava lugar, pois o território era completamente dominado pela cadela. Aos poucos fomos respeitando o espaço que ele encontrou… a área de serviço”. Já que o gato se sentia ameaçado em transitar pela casa, ela conta que evitava deixar muitos objetos no quarto e na área de serviço, para que ele se sentisse mais a vontade.
Depois, ao se mudarem para um novo apartamento, Ana e Verônica Ferreora, já familiarizadas com a dificuldade de adaptação, utilizaram uma técnica para reduzir essa separação de território. “Levamos o gato primeiro ao apartamento e a cadelinha depois. Assim ele iria conhecer o lugar, demarcar e se sentir mais seguro. Deu certo! Hoje tanto o gato quando a cadelinha circulam bem no ambiente e dividem o mesmo espaço, mas cada um ainda tem seus lugares preferidos que o outro não chega muito perto”. Quando questionada sobre uma fórmula que pode ajudar a mudança ser menos problemática, Ana sintetiza as dicas que deram certo para ela. “Com a gente funcionou tentar entender a personalidade de cada um dos animais e tentar respeitar dentro das possibilidades do imóvel, do ambiente e também da disposição dos tutores”.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Gato que nasceu sem ossos nas patas aprende a andar com ‘cotovelos’


Um gatinho de quatro meses chamado Harvey nasceu com uma doença rara. O felino não possui ossos nas patinhas dianteiras. Ele aprendeu a caminhar usando os seus “cotovelos” e, atualmente, esse é o jeito mais confortável para Harvey se locomover.
Leia mais:  http://goo.gl/qb9JZ






















(Foto: Reprodução Internet)

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Bom pra nós e ruim pra eles - Cuidado para não envenenar seu cão



"O que eu como a prato pleno/bem pode ser o seu veneno." Estes versos de uma canção de Tio Raul me parecem adequados, e até mesmo sob medida, para começar esta preleção sobre o que nossos peludos não devem comer.
Realmente, um banquete para uma pessoa pode ser um perigo para o cachorro. Por mais afinidades que tenhamos com os cães, ambos mamíferos e grandes amigos, há diferenças suficientes nos organismos de um e de outro para, de fato, existirem alimentos que fazem muito bem para os humanos, mas que podem ser fatais para os caninos. Resistir àquele olhar pidão de quem parece não comer há meses é difícil, mas é necessário.
Aqui vai, portanto, uma listinha que deverá ser útil para quem, por necessidade ou costume, serve aos cães comida mais apropriada para humanos.


Leia mais em http://goo.gl/rbTsB

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Redes Sociais ajudam na prisão de suspeitos de torturar gato em Hong Kong


BARBÁRIE

Mobilização nas redes sociais ajuda a levar à prisão suspeitos por tortura de gato











Duas pessoas foram presas no dia 18 de novembro sob suspeita de torturar um gato que vivia na rua, em um conjunto habitacional em Sau Mau Ping, no distrito de Kwun Tong (Hong Kong), após imagens do animal ferido desencadearem uma série de protestos nas redes sociais. As informações são do South China Morning Post.
O gato sofreu ferimentos graves e teve de ser sacrificado.
Os dois suspeitos não identificados, um homem de 24 anos e uma mulher de 18 anos de idade, foram levados para interrogatório policial.
As prisões ocorreram depois de fotos do gato ferido, com sangue escorrendo da boca, terem deixado usuários do Facebook indignados no fim de semana.
O gato foi supostamente atacado por cinco pessoas, incluindo uma mulher, no 11º andar do edificio residencial Tin Chi House em Shun Tin Estate, por volta das 19h. Foi contado que dois homens chutaram o gato seguidamente e o impediram de fugir. O animal foi encontrado mais tarde, com a parte inferior do corpo paralisada.
Quando um funcionário de uma empresa de telecomunicações chegou ao prédio, os cinco suspeitos fugiram.
Cerca de 40 policiais chegaram ao local no domingo, para distribuir questionários para os moradores.
“Nós identificamos algumas pessoas suspeitas através de imagens do circuito interno de TV do elevador, e coletamos informações dos moradores com base nisso”, disse Wong Cheung-ming, inspetor-chefe do Distrito Policial de Sau Mau Ping.
A polícia também contatou um veterinário da Sociedade para a Prevenção da Crueldade contra os Animais (SPCA) para tentar salvar o animal, que acabou sendo eutanasiado quase no mesmo dia devido à gravidade dos ferimentos.
Este ano, a polícia de Sau Mau Ping recebeu dois outros relatos de abuso de animais, mas ambos foram desmentidos após investigação. Um porta-voz da polícia disse que as autoridades não irão tolerar qualquer comportamento abusivo em relação aos animais.
Fonte: www.anda.jor.br