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domingo, 2 de agosto de 2015

Injeções e Comprimidos Contra o Cio das Cadelas - O que diz a ciência? Quais os riscos?


Algumas pessoas não querem castrar suas cadelas e se voltam a injeções e comprimidos anticoncepcionais para que elas não entrem no cio. Alguns donos acham que esse tipo de solução é melhor para a cadela, pois ela não tem que passar por cirurgia e acham veterinários que dão essas injeções ou receitam comprimidos contra o cio. Mas, se você é uma dessas pessoas que têm um veterinário que receitou essas injeções e comprimidos, troque de veterinário na hora.
O uso de comprimidos ou injeções anticoncepcionais para cadelas (e gatas) é altamente desaconselhável, perigoso e pode levar à morte da cadela.  O controle de natalidade dos animais domésticos é, realmente, um desafio dos dias de hoje, mas a castração ainda é a melhor forma de evitar que sua cadela fique grávida ou passe pelo cio. As injeções e comprimidos, infelizmente, não são alternativas aceitáveis.

Entenda o Perigo

O princípio ativo dos medicamentos anticoncepcionais é o Acetado de medroxiprogesterona. Seu objetivo é suprimir o cio como um todo, desde a aceitação e desejo sexual, como o sangramento da cadela. O remédio realmente consegue isso, mas traz efeitos colaterais graves. O hormônio aumenta a formação de tumores de mama, o risco de infecção uterina e possui um tempo certo para ser aplicado, o que complica muito o uso do medicamento.
A maioria das pessoas aplicam o remédio por conta própria, ou levam a cadela para a aplicação quando ela já está no cio. Isso pode aumentar o risco dos efeitos colaterais, levar ao aborto em caso de cadelas que já estão prenhes sem o dono saber e causar outras complicações. Para se aplicar a injeção ou dar o comprimido no tempo certo, os donos precisam determinar o estágio do ciclo menstrual da cadela, e isso é feito através de citologia e anamnese vaginal.
Poucas pessoas infelizmente fazem isso, e isso dá um trabalho muito grande que não é necessário. Além de tudo, o risco de câncer de mama e infecção continua alto, mesmo aplicando a injeção no tempo certo.  Essas infecções de útero são quase certas, porém, quando a injeção e os comprimidos são feitos à base de estrógeno, de forma que os remédios são altamente contra-indicados e já deveriam estar longe das clínicas veterinárias.

Os Anticoncepcionais

Todas essas ocorrências e características fazem dos anticoncepcionais soluções com baixa eficácia na hora de evitar a gestação e perigosos para a saúde da cadela devido ao alto risco de infecções e tumores de mama. A castração é um processo seguro, definitivo e sem efeitos colaterais. Apesar da cadela precisar se recuperar da cirurgia por um tempo, depois disso ela estará livre de outros problemas de saúde, gravidez indesejadas e abortos, o que não acontece com injeções e comprimidos.
Não ponha em risco a vida da sua cadela, não dê injeções e comprimidos para suprimir o cio, leve-a para ser castrada por um veterinário confiável, ou saiba como lidar com o cio dela caso você planeje cruzá-la com algum cachorro no futuro.

Fonte: http://goo.gl/Fx5JHE

quarta-feira, 16 de abril de 2014

NEVE- FILHOTA BRANQUINHA para ADOÇÃO em Porto Alegre/RS

Esta linda filhota toda branca de olhos negros está com quase 4 meses e será de porte médio-pequeno. É meiguinha e adora brincar com crianças e com outros cães! Tem castração garantida a baixo custo. Para dar um lar a este anjinho meigo: Contatos: carlakr@terra.com.br
 

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

EXIGÊNCIA DE POLÍTICAS PÚBLICAS - Ativistas pressionam deputados com “pauta animal”


Militantes defensores dos direitos animais vão tomar o gramado do Congresso Nacional, desta segunda-feira (17) até quinta (20), para pressionar os parlamentares a aprovarem três projetos de lei em defesa dos animais e abrir uma CPI para apurar denúncias de maus-tratos. O movimento, batizado de Acampamento Animal, pretende reunir 1.500 pessoas em 800 barracas.
Além da CPI, os ativistas querem aprovar a esterilização gratuita de cães e gatos para controle sanitário e de natalidade, a proibição de testes em animais pela indústria e o aumento da pena para atos de crueldade praticados contra animais.
Um dos incentivadores do movimento, o deputado Ricardo Izar (PSD-SP) defende que chegou a hora de o Congresso deixar de tratar os direitos dos animais como assunto secundário. “Grande parte da sociedade civil clama por mudanças na legislação, em políticas públicas e isso não acontece: a gente não vê nem o Legislativo, nem o Executivo se mexendo nesse ponto”, reclama o presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais, em entrevista à Agência Câmara.
O principal item da pauta dos ativistas é o projeto de lei que esteriliza animais gratuitamente para evitar a superpopulação, a morte induzida dos animais e mesmo garantir a saúde humana. De autoria de Afonso Camargo (PSDB-PR), o PL 1376/03 quase foi votado no plenário no ano passado.
Saúde pública
Para Ricardo Izar, conter o crescimento da população de gatos e cães nas cidades é uma questão de saúde pública. “Um casal de cachorros gera, em 14 anos, 10 mil descendentes diretos. O pior é o resultado na saúde humana, pois a leischmaniose mata mais que a dengue. E ainda tem a cinomose”, afirmou Izar ao Congresso em Foco. O deputado pretende dormir, de terça para quarta, numa das barracas do acampamento.
Em Porto Alegre (RS), o uso de veículos especiais nas periferias, os chamados “castramóveis”, reduziu em 80% o crescimento de cães e gatos. As zoonoses reduziram-se em 90%, informa o deputado.
Outra proposta é proibir testes com animais para a produção de cosméticos. Izar diz que não é necessário usar esse tipo de experimento, prejudicial aos animais e ao bolso da indústria brasileira. Isso porque a Europa se nega a comprar cosméticos brasileiros porque de 5% a 10% ainda fazem testes com animais. A situação se tornou comoção nacional depois da denúncia de maus tratos com cachorros beagles em um instituto em São Paulo.
O Projeto de Lei 2833/11 aumenta as punições para quem machuca os animais, sejam eles domésticos ou selvagens. De acordo com a ativista Carolina Mourão, assessora parlamentar e coordenadora política do acampamento, hoje a punição se limita ao pagamento de cestas básicas. “A ideia é aumentar para oito anos de cadeia”, conta a militante.
Sem elefante
No que depender dos ativistas e de um grupo de deputados, nenhuma criança vai mais ver elefantes no circo. Nem leões ou qualquer outro animal. Segundo Carolina, está bem amadurecida a ideia de proibir qualquer animal em circo, medida já tomada em outros países e em dez estados brasileiros. “Animais não nasceram para ser entretenimento em circos e rodeios”, afirma. A ativista não acredita em vaquejadas e rodeios sem sofrimento para os animais. Carolina observa que o que faz o boi pular embalado pelo grito de “Segura, peão” é uma “profunda e incômoda dor” causada por apertos nos testículos, esporas e supositórios de pimenta.
Os ativistas ainda desejam criar uma CPI dos maus-tratos dos animais, para punir prefeitos e organizadores de eventos, como rodeios e vaquejadas, que molestam os animais.
Pauta extensa
Hoje há 185 projetos que tratam de animais, mas a ideia do acampamento é não lutar apenas por quatro ou cinco projetos. Em uma comissão especial recém-criada ficariam causas mais polêmicas e com forte rejeição da bancada ruralista, como a proibição de rodeios e vaquejadas.
No começo do mês, a comissão foi criada na Câmara, sob a chancela do PV e do Solidariedade. O objetivo é consolidar projetos em defesa dos animais. “Uma legislação consolidada estabelece a relação das pessoas com os animais, protegendo a fauna e, por sua vez, dando as respostas pelas quais a sociedade clama”, afirma o líder do PV na Câmara, Sarney Filho (MA).

75 gatos serão despejados juntos com a tutora em Canoas/RS






















A reportagem no Diário de Canoas diz que 75 gatos não tem para onde ir quando sua dona for despejada.
Ela mora em Canoas no bairro Harmonia. Ela contou que a casa que mora é alugada e que não consegue mais pagar aluguel porque precisa comprar ração para os gatos.
A imobiliária pediu a casa que vai ser vendida e a Silvia, o marido e os gatos serão colocados na rua.
As gatinhas sem castrar procriaram várias vezes.
São 20 filhotes de gatos para doar,mas não consegue lares e eles acabam ficando.
Precisa de castração para as gatas, pois é o mais urgente, sem castrar não se pode doar.
Depois divulgação para todos.
Também precisa de ração para gatos qualquer marca.
A imobiliária exigiu que ela pague os meses atrasados, já entraram com uma ação na justiça para retirá-la e receber os valores atrasados.
Quem quiser ajudar de alguma maneira, com castração, adoção e ração, pode fazer contato.

Qualquer dúvida, sugestão ou AJUDA o contato está sendo feito com a protetora Liliana nos fones: (51) 9938 0468 / 8904 4085 / 8148 4338 - Canoas-RS
lili.adoteumamigo@gmail.com